- O ataque na praia de Bondi, em Sydney, durante Hanukkah, deixou 16 mortos e dezenas de feridos, com vítimas entre 10 e 87 anos; cerca de 40 permanecem hospitalizadas, incluindo três crianças e dois policiais em estado grave, porém estável.
- A polícia identificou o pai e o filho como autores: Sajid Akram, 50 anos, com passaporte indiano, e Naveed, 24 anos, com passaporte australiano.
- Denominações cristãs emitiram mensagens de solidariedade, como a Hillsong Church, que pediu orações pela comunidade judaica.
- A Igreja Adventista do Sétimo Dia de Woollahra realizou uma reunião especial de oração perto de Bondi, destacando laços com a comunidade judaica.
- A União Australiana chamou para ação concreta, como doação de sangue, e a Uniting Church in Australia declarou luto nacional, pedindo união e apoio às vítimas e à comunidade judaica.
O ataque na praia de Bondi, em Sydney, ocorrido no domingo (14) durante a celebração de Hanukkah, deixou 16 mortos e dezenas de feridos. A ação foi atribuída a um pai e filho, Sajid Akram, de 50 anos, que entrou na Austrália com passaporte indiano, e seu filho Naveed, de 24 anos, com passaporte australiano. A identificação dos suspeitos já foi divulgada pela imprensa local.
Entre as vítimas estão uma criança de 10 anos, dois rabinos e um sobrevivente do Holocausto. O episódio provocou uma onda de choque e reclamações sobre segurança, gerando mobilização de autoridades e da sociedade em todo o país.
Gestos de apoio foram amplamente divulgados nas redes sociais, com denominações cristãs expressando solidariedade à comunidade judaica. Entidades religiosas ressaltaram a importância de manter a paz entre comunidades.
Resposta religiosa e comunitária
A Hillsong Church, com sede na Austrália, informou que está em solidariedade com as vítimas e pediu orações pela presença e pela paz de Deus sobre todos impactados. O apelo se estendeu aos fiéis ao redor do mundo.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia de Woollahra, próxima à praia de Bondi, realizou uma reunião especial de oração aberta a toda a comunidade. O pastor Tim Shelton destacou a importância de oferecer suporte pastoral após a tragédia, ressaltando a proximidade com a comunidade judaica.
Ações de apoio e mobilização
Brendan Pratt, presidente da União Australiana, convocou ações concretas de solidariedade, incluindo orações pelas vítimas e pelos profissionais de emergência, além de incentivar a doação de sangue. Aproximadamente 40 pessoas permanecem hospitalizadas, entre elas três crianças e dois policiais, em estado grave, mas estáveis.
As vítimas, com idades entre 10 e 87 anos, passaram por cirurgias e continuam sob cuidados intensivos. O acesso a apoio médico permanece prioritário diante da gravidade do ataque.
Luto nacional e posicionamento institucional
A Uniting Church in Australia condenou a violência e pediu união em um momento de luto nacional. A instituição enfatizou o compromisso com a convivência pacífica entre comunidades religiosas e pediu que suas congregações se unam em oração pelas vítimas, pelos feridos e por suas famílias, além de apoiar a comunidade judaica australiana.
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