- EUA e México concentraram-se nos ataques criminosos de drones na fronteira e anunciaram ampliar o intercâmbio de inteligência e a integração de plataformas analíticas para antever e responder a esses ataques.
- A reunião, realizada em Cidade do México, destacou a luta contra o fentanilo, droga sintética que causa milhares de mortes; o presidente Donald Trump assinou ordem executiva para classificar o fentanilo como arma de destruição em massa.
- O Departamento de Estado reafirmou que encerrar o tráfico ilícito de fentanilo é objetivo central, com o Grupo de Implementação de Segurança atuando contra cúmplices, distribuidores e instituições financeiras ligadas a esse comércio.
- As delegações comprometeram acelerar esforços conjuntos para desmantelar Organizações Terroristas Estrangeiras e outros grupos criminosos, interromper fluxos de receita ilícita e enfrentar ameaças emergentes, além de ampliar cooperação em extradições, perda de ativos e investigações sobre roubo de combustível.
- A parceria manteve a agenda de encontros e sinalizou novo encontro entre as partes em janeiro de 2026, mantendo o foco na cooperação contra narcotráfico e crimes transnacionais.
O Governo dos Estados Unidos e o governo do México centraram esforços nos ataques criminais de drones na fronteira. Em uma reunião realizada na Cidade do México, na quinta passada, as partes concordaram em fortalecer o intercâmbio de inteligência e vincular plataformas analíticas para antever e responder a esse tipo de ataque.
A reunião também tratou da luta contra o fentanyl, opiáceo sintético associado a dezenas de milhares de mortes por overdoses nos EUA. O Departamento de Estado informou que o tema foi conduzido com prioridade, citando ações para interromper o comércio ilícito do fentanilo e suas moléculas precursoras.
Cooperação em narcotráfico e medidas de aplicação da lei
As delegações acordaram acelerar esforços para desmantelar Organizações Terroristas Estrangeiras e outros grupos criminosos, além de reduzir fluxos de receitas ilícitas e enfrentar ameaças emergentes.
O Departamento de Segurança Nacional dos EUA mencionou ações decisivas contra cúmplices, distribuidores e instituições financeiras ligados ao fentanilo. Também foi ressaltada a atuação do Grupo de Implementação de Segurança na cooperação entre os dois países.
Extradições, ativos e combustível
Entre os acordos está o aumento da cooperação em extradições, confisco de ativos e investigações sobre roubo de combustível, tema identificado como relevante para ambas as jurisdições.
Em novembro, autoridades dos EUA vincularam a família Jensen a operações de tráfico de petróleo cru entre México e Texas, associando-os à cúpula do Cartel Jalisco Nueva Generación. O acordo de cooperação inclui próximos encontros.
Os governos de Washington e Cidade do México marcaram nova reunião para janeiro de 2026, para acompanhar avanços dos acordos. A prioridade permanece a cooperação no combate ao narcotráfico e à violência associada.
O governo americano tem enfatizado a importância de classificar cartéis como entidades perigosas, enquanto o governo mexicano reiterou sua posição institucional de evitar intervenções estrangeiras.
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