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Preso sírio é libertado por rebeldes 30 minutos antes da execução

Ghazi Mohamed, 39, relembra a preparação de sua execução em Mezzeh e reconstrói a vida na loja de tapetes da família em Maar Shurin

Ghazi Mohammed (segundo por la derecha), tras ser liberado de la cárcel de la base aérea de Mezzeh, en Damasco, el 9 de diciembre de 2024, en una captura del vídeo que se volvió viral.
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  • Em 9 de dezembro de 2024, rebeldes tomaram Damasco e o ditador Bashar El Asad fugiu para Moscou, evento acompanhado por um vídeo que circulou nas redes sociais.
  • No vídeo, Ghazi Mohamed, então com cerca de 39 anos, dizia ter acabado de ser libertado da prisão da base aérea de Mezzeh e que seria executado minutos antes da libertação.
  • Hoje, aos 39 anos, ele lembra da preparação para a execução e da fuga rápida, com helicópteros que chegaram às pressas para libertá-lo.
  • Ghazi recuperou parte do peso perdido, carrega dores pelas torturas e reergueu a vida trabalhando na loja de tapetes da família em Maar Shurin, entre Hama e Alepo, de onde exporta para países vizinhos e para o Golfo.

Em 9 de dezembro de 2024, rebeldes tomaram Damasco, Bashar al-Assad fugiu para Moscou e um vídeo de um prisioneiro circulou nas redes. Ghazi Mohamed, então preso na base aérea de Mezzeh, afirmou que a prisão seria encerrada com sua execução minutos antes da libertação.

O vídeo viralizou: Ghazi, debilitado e com cerca de 40 kg a menos, relatou que a ordem de execução foi interrompida pela chegada dos lutadores rebeldes. O registro mostrava a tensão na prisão e a rapidez do deslocamento de tropas.

Hoje, aos 39 anos, Ghazi relembra a preparação da sua execução e a saída apressada para o corredor que levou à libertação. Ele descreve o assombro diante do helicóptero que atendeu ao pedido de resgate.

Retorno à vida e dimensão econômica

Ghazi recuperou parte do peso perdido e deixou a tortura para trás. Sem casa, ele reergueu a vida trabalhando na loja de tapetes da família, em Maar Shurin, entre Hama e Alepo.

A loja de tapetes tornou-se base para a reentrada de Ghazi no mercado. A empresa familiar exporta para países vizinhos e para o Golfo, mantendo a esperança de estabilização financeira e continuidade familiar.

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