O presidente Lula (PT) anunciou, em um ato falho, sua candidatura à reeleição em 2026, contradizendo declarações anteriores em que afirmava não concorrer. O colunista Ricardo Kotscho destacou que Lula, em discurso a prefeitos em Brasília, afirmou: “quando terminar o meu mandato, vocês vão dizer: ‘Lulinha, fica’”. Essa declaração sugere uma mudança de postura do […]
O presidente Lula (PT) anunciou, em um ato falho, sua candidatura à reeleição em 2026, contradizendo declarações anteriores em que afirmava não concorrer. O colunista Ricardo Kotscho destacou que Lula, em discurso a prefeitos em Brasília, afirmou: “quando terminar o meu mandato, vocês vão dizer: ‘Lulinha, fica'”. Essa declaração sugere uma mudança de postura do presidente, que enfrenta desafios de saúde e articulação política, levantando dúvidas sobre sua capacidade de governar.
A colunista Raquel Landim observou que Lula parece estar em um clima de campanha antecipada, buscando recuperar popularidade. Ela mencionou que a fala do presidente reflete sua intenção de se candidatar, especialmente em um momento em que sua saúde é questionada. Em novembro, Lula já havia insinuado que se candidatará, caso não surjam alternativas para enfrentar a extrema direita nas eleições.
Em outro tema, o diretor da Cisbra, Arno Gleisner, comentou sobre as tarifas de aço anunciadas pelo presidente americano Donald Trump, que podem impactar até US$ 6 bilhões em exportações brasileiras. Gleisner afirmou que o governo Lula não precisa reagir rapidamente, pois a taxação afeta todos os fornecedores de aço e não apenas o Brasil. O governo estuda retaliar com a taxação de plataformas digitais dos EUA, o que poderia afetar serviços como Amazon e Google.
Por fim, Antonio Carlos Ferreira, pai de uma das vítimas de tráfico humano em Mianmar, relatou as torturas sofridas por seu filho, que foi espancado e eletrocutado. Phelipe de Moura Ferreira e Luckas Viana dos Santos foram forçados a trabalhar em condições desumanas após aceitarem propostas de emprego via Telegram. Eles conseguiram escapar e agora aguardam transferência para a Tailândia, com apoio de uma organização internacional.
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