A cúpula do Brics, que reunirá líderes de países como Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, será realizada nos dias 6 e 7 de julho no Palácio Capanema, no Centro do Rio de Janeiro. Inicialmente, o Museu de Arte Moderna (MAM) foi cogitado como sede, mas a escolha pelo Palácio, um ícone do […]
A cúpula do Brics, que reunirá líderes de países como Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, será realizada nos dias 6 e 7 de julho no Palácio Capanema, no Centro do Rio de Janeiro. Inicialmente, o Museu de Arte Moderna (MAM) foi cogitado como sede, mas a escolha pelo Palácio, um ícone do modernismo brasileiro, foi confirmada por Eduardo Paes e pela Presidência da República.
O Palácio Capanema, que está em fase final de restauração, terá 40% de seu espaço destinado ao uso administrativo do Ministério da Cultura e 60% para exposições, transformando-se em um centro cultural. O edifício, projetado por renomados arquitetos como Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, foi construído entre 1937 e 1943 e é considerado um marco da arquitetura modernista no Brasil.
Durante a cúpula, além dos chefes de Estado dos países membros, 35 delegações são esperadas, destacando a relevância do evento no cenário internacional. A escolha do local reflete a valorização do patrimônio cultural e histórico do Brasil, especialmente após tentativas anteriores de venda do edifício durante o governo Bolsonaro, que não reconheciam sua importância.
A reinauguração do Palácio Capanema não apenas celebra a arquitetura modernista, mas também reafirma o compromisso do governo com a cultura e a preservação do patrimônio histórico, criando um espaço que promoverá a arte e a cultura no país.
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