O ex-prefeito de Taboão da Serra, José Aprígio da Silva (Podemos), é investigado por forjar um atentado contra si mesmo para obter apoio eleitoral nas eleições municipais de 2024. Ele foi derrotado pelo atual prefeito, Engenheiro Daniel (União Brasil). A Polícia Civil e o GAECO deflagraram a operação “Fato Oculto”, cumprindo dez mandados de busca […]
O ex-prefeito de Taboão da Serra, José Aprígio da Silva (Podemos), é investigado por forjar um atentado contra si mesmo para obter apoio eleitoral nas eleições municipais de 2024. Ele foi derrotado pelo atual prefeito, Engenheiro Daniel (União Brasil). A Polícia Civil e o GAECO deflagraram a operação “Fato Oculto”, cumprindo dez mandados de busca e apreensão e duas ordens de prisão temporária.
Até o momento, um homem foi preso e foram apreendidos celulares, computadores, armas e dinheiro. O irmão de Aprígio, Valdemar Aprígio, e os ex-secretários José Vanderlei e Ricardo Rezende são apontados como mentores do plano. A investigação revela que eles contrataram dois homens para simular a cena do atentado.
O incidente ocorreu em 18 de outubro do ano passado, quando Aprígio foi alvejado enquanto trafegava na rodovia Régis Bittencourt. Ele foi atingido no ombro, e vídeos nas redes sociais mostraram o ex-prefeito sangrando a caminho do hospital. Aprígio afirmou ter passado por uma cirurgia para retirar fragmentos do projétil.
Na eleição, Aprígio obteve 38.896 votos (25,93%), ficando em segundo lugar no primeiro turno, enquanto Engenheiro Daniel recebeu 73.479 votos (48,98%). No segundo turno, mesmo internado, Aprígio foi derrotado, recebendo 45.492 votos (33,73%) contra 89.386 (66,27%) do atual prefeito.
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