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PGR revela que ‘churrasco’ era codinome para o golpe de Estado, segundo investigações

- O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordem, é investigado por ligações golpistas. - Diálogos revelam que Cid e financiadores usavam "Churrasco" como codinome para o golpe. - A Polícia Federal e a PGR apresentaram evidências das conversas em denúncia recente. - Aparecido Andrade Portela, tenente e suplente de Tereza Cristina, é o mediador citado. - Cid incentivou Portela, afirmando que o golpe ainda estava em andamento e viável.

A investigação da Polícia Federal revelou diálogos entre o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordem da Presidência, e Aparecido Andrade Portela, mediador dos financiadores de acampamentos golpistas. Nos diálogos, o termo “Churrasco” foi utilizado como um codinome para se referir ao golpe de Estado. Essa informação está presente na denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República […]

A investigação da Polícia Federal revelou diálogos entre o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordem da Presidência, e Aparecido Andrade Portela, mediador dos financiadores de acampamentos golpistas. Nos diálogos, o termo “Churrasco” foi utilizado como um codinome para se referir ao golpe de Estado. Essa informação está presente na denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Jair Bolsonaro e seu governo.

A troca de mensagens mostra que Portela, que é tenente e suplente da senadora Tereza Cristina (PP-MS), questionou Cid sobre a realização do “churrasco”, mencionando que aqueles que contribuíram com carne estavam em dúvida sobre a situação. Cid, por sua vez, respondeu de forma a manter a esperança do interlocutor, indicando que a expressão se referia a planos relacionados ao golpe.

Em sua resposta, Cid afirmou: “Ponto de honra! Nada está acabado ainda da nossa parte. Se quiser eu falo com eles… para tirar da sua conta.” Essa declaração sugere que havia um planejamento em andamento, e Cid se ofereceu para interceder em favor de Portela, reforçando a conexão entre os envolvidos.

Esses diálogos evidenciam a articulação de grupos que buscavam desestabilizar o governo e levantam questões sobre a profundidade das relações entre os financiadores e os membros do governo Bolsonaro. A revelação do uso de um codinome para o golpe destaca a seriedade das investigações em curso e as implicações legais para os envolvidos.

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