O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), participou de um jantar no Palácio Laranjeiras, promovido pelo governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). O evento ocorreu na noite de quinta-feira e contou com a presença de figuras do bolsonarismo, incluindo o pastor Silas Malafaia, que fez um apelo por um “parlamento forte”. […]
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), participou de um jantar no Palácio Laranjeiras, promovido pelo governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). O evento ocorreu na noite de quinta-feira e contou com a presença de figuras do bolsonarismo, incluindo o pastor Silas Malafaia, que fez um apelo por um “parlamento forte”. Durante o jantar, Malafaia destacou a importância da independência do Legislativo, afirmando: “presidente, não seja capacho de ninguém”.
Motta, que recentemente enfrentou críticas por suas declarações sobre os atos de 8 de janeiro, reafirmou sua intenção de tratar o projeto de lei que prevê anistia aos condenados de forma “imparcial”. Ele mencionou que a questão da anistia é um tema divisivo na Câmara, com o PL defendendo a votação e o PT se opondo. O parlamentar ressaltou que a pauta será discutida nas reuniões com os líderes.
Entre os convidados do jantar estavam deputados como Marcelo Queiroz (PP) e General Pazuello (PL), além de figuras do meio artístico, como o jornalista Luis Bacci e a sobrinha de Silvio Santos, Mônica Abravanel. O evento serviu petiscos variados, incluindo queijo e tartar de carne, e não houve discussões diretas sobre a anistia, segundo Malafaia.
Motta classificou os eventos de 8 de janeiro como ações de “vândalos” e “baderneiros”, negando que tenham sido uma tentativa de golpe. Ele argumentou que não houve liderança ou apoio institucional suficiente para caracterizar os atos como um golpe, o que gerou controvérsia entre os governistas.
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