Após quase cinquenta dias da eleição de Hugo Motta para a presidência da Câmara, as comissões permanentes foram instaladas, com a escolha dos presidentes de 28 dos 30 colegiados. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considerada a mais relevante, ficou sob a responsabilidade do União Brasil, que indicou o deputado Paulo Azi (BA) para […]
Após quase cinquenta dias da eleição de Hugo Motta para a presidência da Câmara, as comissões permanentes foram instaladas, com a escolha dos presidentes de 28 dos 30 colegiados. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considerada a mais relevante, ficou sob a responsabilidade do União Brasil, que indicou o deputado Paulo Azi (BA) para a presidência.
Com a decisão de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) de se licenciar e permanecer nos Estados Unidos, o PL promoveu o deputado Filipe Barros (PR) à liderança da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. Essa mudança reflete a dinâmica interna do partido e suas estratégias para manter influência nas comissões.
O governo de Lula também atuou para evitar tensões com o PSD, assegurando que a Comissão de Minas e Energia fosse atribuída a essa sigla. O compromisso foi firmado pelo líder da bancada, Antonio Brito (BA), em acordo com o deputado Diego Andrade (MG), que agora preside o colegiado.
Os presidentes eleitos para as comissões da Câmara em 2025 foram definidos em um processo que priorizou a proporcionalidade das bancadas, refletindo a composição política atual. Essa estruturação é fundamental para a governabilidade e a condução das pautas legislativas nos próximos anos.
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