Alessandro Stefanutto, que foi presidente do INSS, foi demitido após uma investigação da Polícia Federal sobre descontos não autorizados em aposentadorias. Sua amiga, Maria Angélica Batista, foi nomeada assessora no gabinete do presidente da Conab, Edegar Pretto, o que gerou dúvidas sobre sua qualificação, já que ela é designer de interiores e não tem experiência na área de segurança alimentar. Maria foi contratada em julho de 2024, com um salário de R$ 15,2 mil, para ocupar uma vaga que antes era de Juliana Geller. Stefanutto costumava visitar Maria na Conab, onde ela não se identificava. A Conab, que tem 26 assessores pessoais, enfrenta críticas pela quantidade de cargos e pela falta de espaço para acomodá-los. A assessoria da Conab disse que Maria redige documentos e negou que Stefanutto tenha visitado o local, exceto em uma ocasião oficial e em um evento de aniversário da empresa.
Alessandro Stefanutto, ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), foi exonerado após ser alvo de uma operação da Polícia Federal que investiga um esquema de descontos não autorizados em aposentadorias. A exoneração ocorreu em meio a controvérsias sobre sua atuação e a nomeação de sua amiga, Maria Angélica Batista, como assessora no gabinete do presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto.
Maria Angélica Batista foi nomeada em 22 de julho de 2024, com um salário de R$ 15,2 mil. Sua formação é em designer de interiores, sem relação direta com as funções da Conab, que se dedica à segurança alimentar. A vaga anteriormente ocupada por Juliana Geller, ex-esposa de Neri Geller, foi preenchida por Batista, levantando questionamentos sobre a qualificação para o cargo.
Stefanutto costumava visitar a assessora na Conab, onde ela frequentemente se apresentava sem identificação. A Conab, sob a direção de Pretto, possui uma equipe de 26 assessores pessoais, doze a mais do que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A assessoria da Conab informou que Maria Angélica “atua redigindo despachos e portarias” e negou registros de visitas de Stefanutto, exceto em uma ocasião oficial e na festa de aniversário da empresa.
A presença de Stefanutto em eventos da Conab, como o churrasco de aniversário da companhia, gerou questionamentos sobre sua relação com a nova assessora. A Conab, que paga em média R$ 5,6 milhões anuais apenas para os assessores pessoais do presidente, enfrenta críticas pela quantidade de cargos políticos e pela falta de espaço físico para acomodar todos os assessores.
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