O II Fórum Jurídico Brasil de Ideias, que seria realizado em Londres a partir do dia 30, foi cancelado, surpreendendo o meio jurídico que esperava a presença de ministros do STF e STJ. O evento, conhecido como “Fórum do Alexandre”, não contará com a participação do ministro Alexandre de Moraes, embora o ministro Gilmar Mendes tenha confirmado sua presença. Além disso, o Banco Master, que patrocinou a edição anterior, também anunciou que não apoiará o evento deste ano. O fórum seria realizado no luxuoso Hotel Península, onde a diária de uma suíte júnior custa cerca de R$ 22 mil. Os debates planejados abordariam temas importantes como democracia, equilíbrio entre os poderes, regulação das Big Techs e liberdade de expressão.
Cancelamento do Fórum Jurídico Brasil de Ideias em Londres causa surpresa
O II Fórum Jurídico Brasil de Ideias, programado para ocorrer em Londres a partir do dia 30, foi cancelado. A decisão surpreendeu o meio jurídico, considerando a expectativa em torno do evento e a participação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Evento era conhecido como “Fórum do Alexandre”
Organizado pelo Grupo Voto, o fórum era informalmente conhecido como o “Fórum do Alexandre (de Moraes)”, em referência à participação central do ministro na edição de 2024. O STF informou que Moraes não participaria deste ano, mas confirmou a presença do ministro Gilmar Mendes.
Patrocínio do Banco Master é suspenso
O Banco Master, patrocinador do evento em 2024, também desistiu de participar da edição deste ano. A instituição financeira, liderada por Daniel Vorcaro, comunicou oficialmente sua decisão de não apoiar o fórum em Londres.
Local de hospedagem era luxuoso
O Hotel Península, em Londres, seria o palco do evento e o local de hospedagem dos palestrantes. A diária de uma suíte júnior no hotel custa cerca de R$ 22 mil, conforme informações do site oficial do estabelecimento.
Temas em debate seriam relevantes
A programação do fórum previa debates sobre temas como “Democracia, estado de Direito e Reformas Institucionais”, “A importância do equilíbrio entre os poderes”, “Regulação das Big Techs” e “Liberdade de expressão e redes digitais”. Os temas eram considerados urgentes e relevantes para o cenário jurídico atual.
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