O governo brasileiro pediu para revisar a decisão da Justiça da Espanha que negou a extradição de Oswaldo Eustáquio, um bolsonarista acusado de tentar um golpe de Estado no Brasil. A Justiça espanhola disse que os crimes de Eustáquio têm motivação política, o que vai contra um tratado de extradição. O tribunal considerou que extraditá-lo poderia violar esse tratado, já que os crimes não são considerados infrações comuns. O governo brasileiro discorda dessa interpretação e afirma que Eustáquio cometeu atos antidemocráticos e crimes comuns. Ele tem dois mandados de prisão por crimes contra a democracia, obstrução de justiça, divulgação de dados protegidos, perseguição, ameaça e corrupção de menores. O governo quer que a decisão seja analisada novamente pelo tribunal.
O governo brasileiro recorreu da decisão da Justiça espanhola que negou a extradição de Oswaldo Eustáquio, bolsonarista acusado de ser um dos articuladores da tentativa de golpe de Estado no Brasil. A Audiência Nacional da Espanha argumentou que os crimes atribuídos a Eustáquio têm motivação política, o que contraria um tratado bilateral sobre extradição.
O tribunal espanhol avaliou que a extradição de Eustáquio, considerado foragido da Justiça brasileira, poderia violar os termos do tratado, uma vez que os delitos não configuram infrações da lei comum. O governo brasileiro, no entanto, solicitou que a decisão seja revisada pelo pleno do tribunal e pleiteou a possibilidade de ser ouvido como parte no processo.
Autoridades brasileiras contestam a interpretação da Justiça espanhola, afirmando que Eustáquio participou de atos antidemocráticos e cometeu crimes comuns. O blogueiro enfrenta dois mandados de prisão por crimes contra a democracia, obstrução de justiça, divulgação de dados protegidos, perseguição, ameaça e corrupção de menores. A negativa da extradição foi proferida por uma turma do tribunal, e o governo brasileiro busca reverter essa decisão.
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