Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Harvey Weinstein enfrenta novo julgamento por agressão sexual e estupro em Nova York

Harvey Weinstein retorna ao tribunal em Manhattan, enfrentando novas acusações de agressão sexual. O julgamento destaca o poder do ex-produtor sobre suas vítimas.

0:00
Carregando...
0:00

Harvey Weinstein, ex-produtor de cinema, está em um novo julgamento em Manhattan, onde é acusado de agressão sexual por três mulheres. Isso acontece após a anulação de sua condenação de 23 anos em abril de 2024. A promotora Shannon Lucey apresentou as acusações ao júri, destacando que Weinstein não aceitava um não como resposta. Kaja Sokola, uma das vítimas, depôs pela primeira vez e contou como foi atacada por Weinstein em um hotel quando tinha 19 anos, afirmando que ele ignorou seus pedidos para parar. Outras duas vítimas, Mimi Haleyi e Jessica Mann, também devem testemunhar sobre agressões que ocorreram em 2006 e 2013. O advogado de Weinstein, Arthur Aidala, argumentou que as relações foram consensuais e que a única falha de Weinstein foi ter traído sua esposa. O julgamento, que deve durar até o final de maio, ocorre em um momento de maior conscientização sobre abusos sexuais, impulsionado pelo movimento #MeToo. Weinstein, que já cumpre uma pena de 16 anos por outro caso, compareceu ao tribunal em cadeira de rodas devido a problemas de saúde. O juiz Curtis Farber preside o caso, que é visto como importante na luta contra a impunidade de abusadores na indústria do entretenimento.

Harvey Weinstein, ex-produtor de cinema, enfrenta um novo julgamento em Manhattan, onde é acusado de agressão sexual por três mulheres. O processo começou após a anulação de sua condenação de 23 anos, em abril de 2024, por um tribunal de apelações.

A promotora Shannon Lucey apresentou ao júri, composto por sete mulheres e cinco homens, as acusações das vítimas. Ela destacou que Weinstein “nunca aceitava um não como resposta”, enfatizando a dinâmica de poder entre ele e suas vítimas. Uma das acusadoras, Kaja Sokola, depôs pela primeira vez, revelando detalhes de sua experiência traumática.

Sokola, que tinha 19 anos na época da agressão, descreveu como Weinstein a atacou em um hotel de Manhattan. A promotora relatou que, mesmo com a vítima implorando para que parasse, Weinstein continuou. Outras duas vítimas, Mimi Haleyi e Jessica Mann, também devem testemunhar, relembrando agressões ocorridas em 2006 e 2013.

O advogado de Weinstein, Arthur Aidala, defendeu que as relações foram consensuais e pediu ao júri que considerasse toda a história. Ele afirmou que a única imoralidade de Weinstein foi ter traído sua esposa. O julgamento, que deve se estender até o final de maio, ocorre em meio a um contexto de crescente conscientização sobre abusos sexuais, impulsionado pelo movimento #MeToo.

Weinstein, que já cumpre uma pena de 16 anos por outro caso de agressão sexual, compareceu ao tribunal em cadeira de rodas devido a problemas de saúde. O juiz Curtis Farber preside o caso, que é considerado um marco na luta contra a impunidade de abusadores na indústria do entretenimento.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais