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Trump solicita exclusão imediata de transgêneros das Forças Armadas dos EUA

Governo Trump busca expulsar militares trans das Forças Armadas, alegando riscos à segurança nacional, apesar de ações judiciais em andamento.

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O governo de Donald Trump pediu à Suprema Corte dos EUA a remoção imediata de pessoas transgênero das Forças Armadas, alegando que sua presença prejudica a segurança nacional, mesmo com processos judiciais em andamento. O procurador-geral D. John Sauer argumentou que a política de inclusão criada durante o governo Obama deve ser revogada, afirmando que é um erro mantê-la. Ele pediu que, se a Corte não permitir a proibição total, ao menos que autorize a medida para os casos que não estão sendo processados. Essa ação acontece em um momento de retrocesso nas políticas de inclusão, já que Trump havia anteriormente emitido uma ordem executiva afirmando que a identidade de gênero dos militares transgêneros interfere na prontidão militar. Apesar disso, algumas decisões judiciais ainda protegem esses militares. A política que permite o alistamento de pessoas trans foi criada em 2016, revogada por Trump e restabelecida por Biden em 2021. Agora, Trump tenta reinstaurar a proibição, mesmo com a presença de milhares de transgêneros nas Forças Armadas, que representam menos de 1% do total de militares ativos.

O governo do presidente Donald Trump solicitou à Suprema Corte dos Estados Unidos, nesta quinta-feira, 24, a exclusão imediata de pessoas transgênero das Forças Armadas. A administração argumenta que a presença desses militares compromete a segurança nacional, mesmo com processos judiciais em andamento sobre o tema.

A petição, assinada pelo procurador-geral D. John Sauer, defende a revogação da política de inclusão estabelecida durante o governo de Barack Obama. Sauer afirmou que “é um período longo demais” para manter uma política que, segundo ele, é contrária à prontidão militar e aos interesses da nação. Ele sugere que, se a Suprema Corte não autorizar a proibição em todo o país, ao menos que permita a medida para os casos não envolvidos nas ações judiciais.

Essa iniciativa ocorre em um contexto de retrocessos nas políticas de inclusão. Durante seu primeiro mandato, Trump havia emitido uma ordem executiva que alegava que a identidade sexual de militares transgêneros “conflita com o compromisso de um soldado” e prejudica a prontidão militar. Apesar disso, algumas decisões judiciais ainda protegem militares trans. Em março, o juiz Benjamin Settle, da corte federal de Tacoma, impediu a expulsão de dois homens trans da Força Aérea, destacando que não há justificativa para bani-los após quatro anos de serviço.

A política que permite o alistamento e a permanência de pessoas transgênero nas Forças Armadas foi criada em 2016, revogada por Trump e restabelecida por Joe Biden em 2021. Agora, Trump busca reimplantar a norma que proíbe a presença de pessoas trans no serviço militar, mesmo representando menos de 1% do total de militares ativos. Atualmente, milhares de transgêneros atuam em diversas áreas e patentes nas Forças Armadas.

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