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Institutos de pesquisa criticam projeto de lei do novo Código Eleitoral no Senado

Institutos de pesquisa criticam o novo Código Eleitoral, que pode impactar a precisão das pesquisas e precisa ser aprovado até setembro.

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O novo projeto de lei do Código Eleitoral, que tem quase 900 artigos, está sendo discutido no Senado e precisa ser aprovado até setembro para valer nas próximas eleições. O senador Marcelo Castro é o relator da proposta, que está recebendo críticas de institutos de pesquisa. Eles afirmam que o projeto é mal elaborado, pois proíbe pesquisas feitas com recursos próprios e exige que dados novos sejam divulgados junto com informações anteriores, o que pode dificultar a identificação de mudanças no eleitorado. Uma executiva do setor de pesquisa destacou que já usou recursos próprios em levantamentos, o que pode ser importante para captar mudanças rápidas no eleitorado. Os institutos estão preocupados que essas novas regras afetem a precisão das informações coletadas. A proposta está parada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e sua aprovação é considerada urgente para as eleições do próximo ano.

O projeto de lei do novo Código Eleitoral, com quase 900 artigos, está em discussão no Senado e precisa ser aprovado até setembro para ser aplicado nas próximas eleições. A proposta, relatada pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI), enfrenta críticas de institutos de pesquisa.

Os especialistas apontam que o projeto é “mal desenhado”. Entre as principais mudanças, está a proibição de pesquisas com recursos próprios e a exigência de que novos dados sejam divulgados junto a levantamentos anteriores. Isso, segundo os críticos, pode dificultar a identificação de mudanças no eleitorado.

Uma executiva do setor de pesquisa comentou que já utilizou recursos próprios em levantamentos, ressaltando que essa prática, embora não comum, pode ser crucial para captar movimentos repentinos no eleitorado. A proposta está atualmente parada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Os institutos de pesquisa temem que as novas regras comprometam a precisão e a relevância das informações coletadas. A aprovação do projeto é considerada urgente, uma vez que sua implementação é necessária para as eleições do próximo ano.

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