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Francisco amplia participação feminina em cargos de liderança no Vaticano

O papado de Francisco promoveu um aumento significativo na liderança feminina no Vaticano, com nomeações históricas e um crescimento de 19,2% para 23,4% de funcionárias.

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O papa Francisco tem trabalhado para aumentar a presença de mulheres em cargos de liderança na Igreja Católica. Desde 2013, a porcentagem de mulheres no Vaticano cresceu de 19,2% para 23,4%. Recentemente, ele nomeou Raffaella Petrini como a primeira mulher presidente do Governatorato do Estado da Cidade do Vaticano e Simona Brambilla como prefeita do Dicastério para a Vida Consagrada. Essas mudanças fazem parte de um movimento que começou com papas anteriores e que, durante o papado de Francisco, viu o número de mulheres na Santa Sé aumentar de 846 para 1.165. Outras nomeações importantes incluem Nathalie Becquart, a primeira mulher com direito a voto em uma assembleia sinodal, e Francesca Di Giovanni, que ocupa um cargo na diplomacia do Vaticano. Barbara Jatta é a primeira mulher a dirigir os Museus do Vaticano, e Cristiane Murray é vice-diretora da Sala de Imprensa do Vaticano. Essas ações mostram um esforço contínuo para incluir e valorizar as mulheres na Igreja, embora ainda haja desafios pela frente.

O papado de Francisco tem promovido um aumento significativo na presença feminina em cargos de liderança na Igreja Católica. Desde 2013, a proporção de mulheres no Vaticano subiu de 19,2% para 23,4%, refletindo o compromisso do papa em ampliar a participação feminina na instituição.

Recentemente, Francisco fez novas nomeações que marcam avanços importantes. A irmã Raffaella Petrini foi nomeada presidente do Governatorato do Estado da Cidade do Vaticano, tornando-se a primeira mulher a ocupar essa posição. Em março de 2023, a freira Simona Brambilla assumiu o cargo de prefeita do Dicastério para a Vida Consagrada, destacando-se como uma das principais autoridades religiosas do Vaticano.

Essas mudanças são parte de um movimento mais amplo que começou com Paulo VI e ganhou força com João Paulo II, que nomeou uma subsecretária em 2004. Dados da Vatican News indicam que o número de mulheres trabalhando na Santa Sé aumentou de 846 para 1.165 durante o papado de Francisco. Apesar dos avanços, a ordenação de mulheres como sacerdotes ainda não foi alcançada.

Nomeações de Destaque

Entre as nomeações notáveis, destaca-se a irmã Nathalie Becquart, que se tornou a primeira mulher com direito a voto em uma assembleia sinodal, e Francesca Di Giovanni, a primeira mulher a ocupar um cargo de responsabilidade na diplomacia do Vaticano. A atual secretária do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral é a irmã Alessandra Smerilli, que desempenha um papel crucial nas questões sociais.

Outra figura importante é Barbara Jatta, diretora dos Museus do Vaticano desde 2016, sendo a primeira mulher a liderar essa instituição cultural. A jornalista brasileira Cristiane Murray também se destaca como vice-diretora da Sala de Imprensa do Vaticano, contribuindo para a comunicação oficial da Igreja.

Essas nomeações refletem um movimento contínuo em direção à inclusão e à valorização das mulheres na Igreja Católica, embora ainda haja desafios a serem enfrentados em termos de igualdade plena.

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