Moradores dos Jardins estão preocupados com a construção de novos condomínios na área, após mudanças nas regras de preservação feitas pelo Condephaat em dezembro. Essas mudanças permitem a construção de prédios ou casas de até três andares. Recentemente, uma decisão da Justiça suspendeu essa revisão, mas a AME Jardins está buscando a anulação definitiva da alteração. O presidente da associação de moradores, Fernando Sampaio, critica a medida, afirmando que ela prejudica o uso residencial e pode aumentar o número de moradores, o que sobrecarregaria o trânsito e a rede elétrica da região, que já enfrenta problemas.
Os moradores dos Jardins estão preocupados com a construção de novos condomínios na região. Uma revisão das regras de preservação, realizada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat) em dezembro, liberou a construção de prédios de até três andares.
Recentemente, uma decisão liminar da Justiça suspendeu essa revisão do tombamento dos Jardins. A Associação de Moradores do Jardins (AME Jardins) busca a anulação definitiva da mudança, que, segundo eles, comprometeria o uso residencial tradicional nas áreas exclusivamente residenciais.
Fernando Sampaio, presidente da AME Jardins, criticou a medida, afirmando que ela desvaloriza os bairros e ameaça sua preservação. Ele alertou que a construção de novos condomínios pode sobrecarregar o trânsito e a rede elétrica da região, que já enfrenta problemas devido ao número atual de habitantes.
A situação continua a gerar tensões entre os moradores e as autoridades, enquanto a AME Jardins se mobiliza para garantir a preservação da área. A expectativa é que a Justiça se pronuncie em breve sobre o pedido de anulação da revisão das regras de tombamento.
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