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Mulher é agredida por grupo de homens em protesto em Brooklyn, Nova York

Protestos em Nova York geram violência: mulher é agredida por grupo ortodoxo ao ser confundida com manifestante pró-Palestina. Polícia investiga.

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Uma mulher em Brooklyn foi agredida por um grupo de homens ortodoxos que a confundiram com uma manifestante pró-Palestina durante protestos contra a visita do ministro de segurança de Israel, Itamar Ben Gvir. O incidente aconteceu enquanto ela observava a manifestação e decidiu cobrir o rosto com um lenço para não ser filmada, o que gerou uma reação hostil de cerca de cem homens que a cercaram e a atacaram. A polícia está investigando o caso, que recebeu condenações de várias organizações. O prefeito de Nova York, Eric Adams, comentou que a mulher enfrentou “ameaças repugnantes” e que a polícia está analisando a situação, embora ela tenha relatado que não houve intervenção imediata durante o ataque. A mulher pediu uma investigação sobre crimes de ódio. O protesto contra Ben Gvir faz parte de uma série de manifestações relacionadas à situação em Gaza, e o rabino Motti Seligson condenou tanto os manifestantes quanto os agressores, afirmando que suas ações são inaceitáveis. Grupos de direitos civis também pedem que os responsáveis sejam identificados e processados.

Uma mulher em Brooklyn, Nova York, foi agredida por um grupo de homens ortodoxos que a confundiram com uma manifestante pró-Palestina. O incidente ocorreu durante protestos contra a visita do ministro de segurança de Israel, Itamar Ben Gvir, na quinta-feira, 27 de abril. A polícia investiga o caso, que gerou condenações de diversas organizações.

A mulher, que prefere não ser identificada, estava observando a manifestação quando decidiu cobrir o rosto com um lenço para evitar ser filmada. Isso provocou uma reação hostil de cerca de cem homens, que a cercaram, proferindo insultos e ameaças. Em vídeos que circulam nas redes sociais, é possível ver a mulher sendo atacada enquanto um policial tentava escoltá-la para segurança.

O prefeito de Nova York, Eric Adams, afirmou que a polícia está analisando a situação e que a mulher foi “submetida a ameaças repugnantes” por parte dos contra-manifestantes. A mulher relatou que, apesar da presença policial, não houve intervenção imediata durante o ataque. Ela pediu uma investigação sobre crimes de ódio e ações contra os agressores.

O protesto contra Ben Gvir, um político de extrema direita, é parte de uma série de manifestações que ocorrem em resposta à situação em Gaza. O rabino Motti Seligson, porta-voz da comunidade Chabad-Lubavitch, condenou tanto os manifestantes quanto os agressores, afirmando que tais ações são inaceitáveis e contrárias aos valores da Torá. Grupos de direitos civis também exigem que os responsáveis sejam identificados e processados.

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