José Dirceu e Delúbio Soares, que foram condenados por corrupção no escândalo do mensalão em 2005, estão voltando à política com a nova administração de Lula em 2023. Eles afirmam que o mensalão foi uma farsa criada por opositores para prejudicar o PT. Dirceu, que foi chefe da Casa Civil e cumpriu pena de prisão, planeja se candidatar a deputado ou senador por São Paulo. Ele se sente injustiçado e diz que foi tratado como criminoso sem provas. Delúbio, que também foi condenado e quer concorrer a deputado federal por Goiás, compartilha uma visão semelhante e critica o mensalão em um livro que escreveu. Ambos acreditam que as ações contra eles tinham como objetivo derrubar Lula e o PT.
José Dirceu e Delúbio Soares, figuras centrais do escândalo do mensalão, estão se preparando para retornar à política. Com a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva em 2023, ambos almejam cargos de deputado federal. Eles afirmam que o mensalão foi uma farsa, uma armação contra o Partido dos Trabalhadores (PT).
O escândalo do mensalão, que ocorreu em 2005, envolveu subornos a parlamentares em troca de apoio político. Dirceu, ex-ministro da Casa Civil, foi condenado a sete anos e onze meses de prisão, enquanto Soares, ex-tesoureiro do partido, recebeu uma pena de seis anos e oito meses. Ambos cumpriram suas penas e agora buscam novas oportunidades políticas.
Dirceu, aos 79 anos, já cumpriu sua pena e planeja concorrer a uma vaga por São Paulo nas eleições de 2024. Ele declarou: “Fui linchado publicamente sem direito a defesa, presunção da inocência e devido processo legal. Fui condenado sem provas.” Soares compartilha uma visão semelhante, afirmando que o mensalão foi uma “farsa” e parte de uma estratégia para desestabilizar o PT.
Desde o início do novo governo, Soares tem promovido um livro que critica o mensalão, descrevendo-o como uma conspiração “concebida no exterior”. Ele também pretende se candidatar a deputado federal, mas por Goiás. Ambos os ex-dirigentes do PT estão determinados a retomar suas trajetórias políticas, desafiando as narrativas que os condenaram no passado.
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