O ex-governador de São Paulo, que está no PSB há mais de 40 anos, confirmou sua intenção de concorrer ao governo em 2026 e disse que a maioria do PT apoia sua candidatura. Ele criticou a gestão do atual governador Tarcísio de Freitas e suas privatizações, afirmando que Tarcísio não trouxe inovações significativas para o estado. O ex-governador se mostrou disposto a ser um adversário forte, prometendo confrontá-lo de maneira agressiva. Ele também mencionou a importância do apoio de Lula e a necessidade de ter um vice do PT em sua chapa, embora ainda não tenha definido essa questão. O ex-governador acredita que Tarcísio é vulnerável e que a situação política pode mudar, destacando que o apoio do PT será fundamental para sua candidatura.
O ex-governador de São Paulo, Márcio França, do Partido Socialista Brasileiro (PSB), confirmou sua intenção de concorrer ao governo em 2026. Ele destacou que a maioria do Partido dos Trabalhadores (PT) apoia sua candidatura e se disse preparado para enfrentar o atual governador Tarcísio de Freitas.
França criticou a gestão de Tarcísio, especialmente suas políticas de privatização. Ele afirmou que o governador não apresentou inovações significativas e que seu governo é marcado por promessas de entregas futuras sem resultados concretos. “Ele é um cara que joga muito com esse negócio de que já está feita a licitação”, disse França, enfatizando a falta de ações efetivas.
Apoio do PT e Alianças
O ex-governador revelou que já conversou com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que manifestou apoio à sua candidatura. França acredita que uma chapa com um vice do PT seria ideal, embora ainda não tenha avançado nas discussões sobre nomes. Ele mencionou que o ex-governador Geraldo Alckmin não deve concorrer a cargos estaduais, mas continuará a apoiá-lo.
França também comentou sobre a necessidade de uma candidatura mais ampla, especialmente após a experiência do PT nas eleições municipais, onde a aliança com o PSOL não teve sucesso. Ele acredita que a união é crucial para vencer a direita em São Paulo.
Desafios e Estratégias
O ex-governador se mostrou ciente dos desafios que enfrentará na disputa. Ele destacou que as decisões políticas são muitas vezes influenciadas por fatores externos e que Tarcísio pode ser um candidato forte, mas vulnerável. França se comprometeu a ser um adversário agressivo, prometendo confrontar Tarcísio com críticas contundentes.
Sobre as privatizações, França se posicionou contra a privatização da gestão das escolas públicas, considerando-a um “ato meio criminoso”. Ele defendeu que o Estado deve priorizar o bem-estar social em vez de buscar lucro.
França finalizou afirmando que Lula estará ao seu lado na campanha e que está disposto a trabalhar em conjunto para garantir uma candidatura viável e competitiva.
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