Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Chuvas intensas em São Paulo causam alagamentos e revelam vulnerabilidades urbanas

São Paulo classifica 23,9% de seu território como inapto para urbanização, destacando áreas vulneráveis a inundações.

0:00
Carregando...
0:00

São Paulo enfrenta problemas com alagamentos e falta de infraestrutura durante as chuvas de verão, o que já resultou em tragédias, como a morte do artista Rodolpho Tamanini Netto, que foi encontrado morto em sua casa após uma enxurrada. Recentemente, a cidade lançou uma nova Carta Geotécnica que classifica 23,9% do território como inapto para urbanização, destacando áreas vulneráveis a inundações. Essa carta, desenvolvida pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas em parceria com a Prefeitura, divide a cidade em 20 unidades geotécnicas e recomenda estudos para novas construções em áreas com média aptidão, enquanto sugere não ocupar locais com alta suscetibilidade a problemas como alagamentos e deslizamentos. A carta visa orientar o planejamento urbano e a gestão de riscos, especialmente com o aumento esperado de eventos climáticos extremos devido às mudanças climáticas.

São Paulo enfrenta alagamentos e lança nova Carta Geotécnica

Todo início de ano, São Paulo se vê novamente diante de alagamentos e caos devido às chuvas de verão. No dia 25 de janeiro, o artista plástico Rodolpho Tamanini Netto, de 73 anos, foi encontrado morto em sua casa em Pinheiros, que foi invadida por uma enxurrada. Essa tragédia ocorreu durante a terceira maior tempestade registrada na cidade em 64 anos.

Recentemente, a cidade apresentou uma nova Carta Geotécnica de Aptidão à Urbanização, que classifica 23,9% do território como inapto para novas construções. O documento identifica áreas vulneráveis a inundações e sugere a realização de estudos antes de qualquer projeto de urbanização. A carta foi desenvolvida pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT) em parceria com a Prefeitura.

A nova carta divide a cidade em 20 unidades geotécnicas, classificando 59,2% do território como de média aptidão para expansão urbana. Locais com baixa ou nenhuma aptidão, como partes das várzeas dos rios Tietê e Pinheiros, têm maior potencial para incidentes. A recomendação é evitar a ocupação nessas áreas, que frequentemente apresentam solos moles e alta suscetibilidade a problemas geológicos.

A aceleração das mudanças climáticas deve intensificar eventos climáticos extremos, como chuvas intensas e deslizamentos. A nova carta geotécnica visa embasar o planejamento territorial e a gestão de risco, promovendo um desenvolvimento urbano mais seguro e sustentável. A ferramenta inclui um mapa interativo que permite identificar a aptidão de cada área para urbanização, facilitando a consulta por endereço.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais