O Parlamento da Suécia aprovou uma nova lei que proíbe a compra de conteúdos sexuais na internet, afetando plataformas como o OnlyFans. Com essa legislação, é ilegal pagar alguém para realizar atos sexuais pela internet. No entanto, a lei permite que as pessoas assistam e paguem por conteúdos sexuais que já foram gravados ou por transmissões ao vivo, desde que não sejam solicitadas diretamente. A deputada Sanna Backeskog comentou que essa prática é uma forma de prostituição digitalizada, misturando pornografia e tráfico de pessoas. O OnlyFans, que permite que pessoas vendam vídeos sexualmente explícitos, já enfrenta restrições em alguns países. A empresa afirmou que segue todas as leis onde opera.
O Parlamento da Suécia aprovou, nesta terça-feira (20), uma nova lei que proíbe a compra de conteúdos sexuais online, impactando plataformas como o OnlyFans. A legislação torna ilegal oferecer compensação a terceiros para realizar atos sexuais por meio da internet. Contudo, a norma permite que usuários assistam e paguem por conteúdos sexuais pré-gravados ou transmissões ao vivo, desde que não sejam solicitadas diretamente.
Durante o debate, a deputada social-democrata Sanna Backeskog afirmou que a situação se assemelha à prostituição digitalizada, onde se confundem pornografia e tráfico de pessoas, evidenciando a exploração e o abuso. O OnlyFans, plataforma que permite a venda de vídeos sexualmente explícitos, já enfrenta restrições em diversos países, como a Turquia.
A porta-voz do OnlyFans declarou que a empresa cumpre todas as leis e regulamentos nas jurisdições em que atua. A nova legislação sueca reflete um esforço contínuo do país em proteger os direitos humanos e combater a exploração sexual, ampliando o debate sobre a regulamentação de conteúdos sexuais na internet.
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