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Procurador-geral do TPI se afasta após acusações de abuso sexual por colega de trabalho

Acusações de abuso sexual levam Karim Ahmad Khan a se afastar do TPI, onde era conhecido por processar líderes internacionais.

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Karim Ahmad Khan, procurador-geral do Tribunal Penal Internacional, anunciou seu afastamento após ser acusado de abuso sexual por uma colega de trabalho. A mulher, cuja identidade não foi revelada, relatou que se sentiu pressionada a ter relações sexuais com Khan, o que a levou a uma crise emocional. Khan, que é escocês e tem 55 anos, ficou conhecido por pedir a prisão de líderes como Benjamin Netanyahu e Vladimir Putin por crimes internacionais. Ele assumiu o cargo em 2021 e deveria permanecer até 2030, a menos que o escândalo afete seu mandato. A denúncia surgiu após a mulher ter uma crise emocional após uma viagem de trabalho com Khan à Venezuela, e colegas decidiram relatar o caso aos superiores. Ela inicialmente hesitou em fazer uma queixa, mas acabou decidindo formalizar a denúncia.

O procurador-geral do Tribunal Penal Internacional (TPI), Karim Ahmad Khan, anunciou seu afastamento do cargo na sexta-feira, dia dezesseis. Ele é acusado de abuso sexual por uma colega de trabalho, cuja identidade permanece em sigilo. A denúncia gerou um impacto significativo, considerando que Khan é conhecido por ter solicitado prisões de líderes como Benjamin Netanyahu e Vladimir Putin.

Khan, cidadão escocês de cinquenta e cinco anos, assumiu o cargo de procurador-geral do TPI em dois mil e vinte e um, com um mandato de nove anos. O TPI, criado pelo Estatuto de Roma em mil novecentos e noventa e oito, é a principal instância internacional para responsabilização de crimes como agressão, guerra e genocídio. A corte opera em Haia, na Holanda, e conta com cento e vinte e cinco Estados-partes.

A acusação contra Khan envolve relatos de que a vítima se sentiu coagida a manter relações sexuais com ele, levando a uma crise emocional. Inicialmente, a mulher hesitou em formalizar a queixa, mas colegas de trabalho decidiram comunicar o caso aos superiores após perceberem seu estado emocional, que se agravou após uma viagem de trabalho à Venezuela em abril de dois mil e vinte e quatro. Eventualmente, ela optou por registrar uma denúncia formal dentro da organização.

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