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Senadores questionam Billy Long sobre poder presidencial e polêmicas na IRS

Billy Long, indicado por Trump para o IRS, promete evitar auditorias políticas e enfrenta questionamentos sobre créditos fiscais controversos.

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O ex-congressista Billy Long, indicado por Donald Trump para ser o Comissário do IRS, afirmou durante sua audiência de confirmação que não permitirá auditorias políticas e defendeu sua promoção de créditos fiscais. Ele enfrentou perguntas sobre sua ligação com créditos fiscais controversos e doações recebidas relacionadas a esses créditos. Long disse que a agência não deve ser politizada e respondeu a questionamentos sobre o poder do presidente sobre o IRS, sem dar uma resposta direta a uma pergunta sobre a possibilidade de Trump acabar com o status de isenção fiscal da Universidade de Harvard. Ele também comentou sobre a promoção do crédito fiscal de retenção de funcionários durante a pandemia, afirmando que “virtualmente todos” se qualificam. Long, que poderia mudar a direção do IRS, planeja revisar rapidamente o programa de declaração direta, que é um tema importante para a agência. Se confirmado, ele ocupará o cargo até novembro de 2027.

O ex-congressista Billy Long foi indicado por Donald Trump para o cargo de Comissário do Internal Revenue Service (IRS), gerando preocupações sobre a politicização da agência. Durante a audiência de confirmação, Long garantiu que não permitirá auditorias políticas e defendeu sua promoção de créditos fiscais.

Senadores questionaram Long sobre sua visão sobre o poder presidencial sobre o IRS e o uso de dados dos contribuintes. A senadora Elizabeth Warren, do Partido Democrata, indagou se Trump poderia legalmente revogar o status de isenção fiscal da Universidade Harvard. Long não respondeu diretamente, mas afirmou: “O IRS não deve ser politizado sob minha supervisão.”

Long também enfrentou críticas sobre sua promoção do crédito fiscal de retenção de funcionários, que beneficiou empresas que não se qualificavam. Ele declarou que “praticamente todos se qualificam” para o crédito. Além disso, senadores levantaram questões sobre sua renda proveniente de empresas que promovem créditos fiscais considerados duvidosos.

Doações de pessoas ligadas a esses créditos para a campanha de Long também foram abordadas. Enquanto os democratas focaram em sua trajetória, republicanos expressaram apoio, destacando a importância do serviço ao contribuinte. O futuro do programa de declaração direta do IRS, conhecido como Direct File, foi mencionado, com Long prometendo uma análise rápida.

Se confirmado, Long ocupará o cargo até novembro de dois mil e vinte e sete. A votação ainda não tem data definida. Mark Everson, ex-comissário do IRS, descreveu Long como uma escolha não convencional, mas ressaltou que sua experiência no Congresso pode ser valiosa para a independência da agência.

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