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Suécia impõe restrições à compra de conteúdos sexuais em plataformas digitais

Parlamento sueco aprova lei que proíbe compra de conteúdos sexuais online, visando combater a exploração e a prostituição digitalizada.

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O Parlamento da Suécia aprovou uma nova lei que proíbe a compra de conteúdos sexuais na internet, afetando plataformas como o OnlyFans. Agora, é ilegal pagar alguém para fazer atos sexuais online, mas é permitido acessar conteúdos que já foram gravados ou transmissões ao vivo, desde que não sejam solicitados diretamente pelos compradores. A deputada Sanna Backeskog disse que a lei busca combater a prostituição digitalizada, que mistura pornografia e tráfico de pessoas, e que envolve exploração e abuso. O OnlyFans, que permite que pessoas vendam vídeos sexuais, já enfrenta restrições em outros países. Uma porta-voz da plataforma afirmou que a empresa segue todas as leis onde atua. A nova legislação reflete a preocupação da Suécia com os direitos humanos e a prevenção de abusos relacionados à exploração sexual.

O Parlamento da Suécia aprovou, nesta terça-feira (20), uma nova legislação que proíbe a compra de conteúdos sexuais na internet, impactando plataformas como o OnlyFans. A nova lei torna ilegal oferecer compensação a terceiros para realizar atos sexuais remotamente. Contudo, o acesso a conteúdos pré-gravados e transmissões ao vivo permanece permitido, desde que não sejam solicitados diretamente pelos compradores.

A deputada social-democrata Sanna Backeskog destacou que a medida visa combater a “prostituição digitalizada”, onde se confundem pornografia e tráfico de pessoas, enfatizando a presença de exploração e abuso. O OnlyFans, criado em 2016, permite que usuários vendam vídeos sexualmente explícitos, atraindo milhões de usuários e gerando receitas significativas. A plataforma já enfrenta restrições em países como a Turquia.

Uma porta-voz do OnlyFans afirmou que a empresa “cumpre todas as leis e regulamentos nas jurisdições em que opera”. A nova legislação sueca reflete um histórico de políticas rigorosas do país em relação à prostituição e exploração sexual, evidenciando a preocupação com a proteção dos direitos humanos e a prevenção de abusos.

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