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Edinho Silva é confirmado como candidato à presidência do PT após desistência de Quaquá

Washington Quaquá desiste da presidência do PT, unificando a CNB em torno de Edinho Silva, favorito de Lula, para as eleições de julho.

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O prefeito de Maricá, Washington Quaquá, anunciou que desistiu de concorrer à presidência do PT e vai apoiar Edinho Silva, ex-prefeito de Araraquara, que é visto como favorito pelo presidente Lula. Essa decisão foi tomada após uma reunião com a ministra Gleisi Hoffmann e visa unir a corrente majoritária do partido, a Construindo um Novo Brasil (CNB). Com a saída de Quaquá, a disputa pela presidência do PT agora conta com quatro candidatos: Edinho, o deputado Rui Falcão, Valter Pomar e Romênio Pereira. A votação ocorrerá no dia 6 de julho. Quaquá, que é vice-presidente do PT, vai focar nas eleições internas do partido no Rio de Janeiro, onde apoia a candidatura de seu filho, Diego Zeidan, para o diretório estadual. A decisão de Quaquá também reflete tensões internas no partido, especialmente após sua defesa de pessoas envolvidas em um caso polêmico.

O prefeito de Maricá (RJ), Washington Quaquá, anunciou nesta segunda-feira, 19, sua desistência da candidatura à presidência do Partido dos Trabalhadores (PT). A decisão foi tomada após reunião com a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e visa unificar a corrente majoritária do partido, a Construindo um Novo Brasil (CNB), em torno do ex-prefeito de Araraquara (SP), Edinho Silva, considerado o favorito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Com a saída de Quaquá, a disputa pela presidência do PT agora conta com quatro candidatos: Edinho Silva, o deputado federal Rui Falcão, o dirigente Valter Pomar e Romênio Pereira, atual secretário de Relações Internacionais da sigla. O primeiro turno do Processo de Eleições Diretas (PED) está agendado para 6 de julho.

A decisão de Quaquá foi influenciada pelo desejo de manter a unidade dentro da CNB, que representa cerca de 55% do diretório nacional do PT. Em suas redes sociais, o prefeito declarou que acatou a vontade de Lula, que apoia Edinho. A reunião com Gleisi foi crucial para a definição do apoio, que também incluiu a permanência de Gleide Andrade na tesouraria do partido, cargo estratégico.

Desdobramentos Regionais

Fora da corrida pela presidência, Quaquá concentrará esforços nas eleições internas do PT no Rio de Janeiro. Ele lançou a candidatura de seu filho, Diego Zeidan, para o comando do diretório estadual, onde enfrentará o deputado federal Reimont, aliado de Lindbergh Farias. A disputa é vista como reflexo das tensões entre diferentes correntes do partido.

No diretório municipal da capital fluminense, Quaquá apoia Alberes Lima, enquanto a oposição busca se unificar em torno de nomes como Leonel de Esquerda. A decisão de Quaquá de desistir da candidatura foi recebida com alívio por alguns setores do partido, que temem divisões internas.

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