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Edinho Silva prioriza alianças para reeleição de Lula em 2026 e combate ao fascismo

Edinho Silva, candidato à presidência do PT, prioriza alianças para reeleição de Lula em 2026 e critica oposição no Congresso.

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Edinho Silva, ex-prefeito de Araraquara e candidato à presidência do PT, disse que sua prioridade é formar novas alianças para ajudar na reeleição de Lula em 2026. Ele destacou que a união de partidos em 2022 foi crucial para a vitória de Lula no segundo turno, mas agora essas siglas têm votado contra o governo no Congresso. Edinho quer retomar essas parcerias e enfatizou a importância do trabalho do PT nas comunidades, especialmente nas periferias, para enfrentar a oposição e o que chamou de “fascismo” no Brasil. Ele é o candidato preferido de Lula e as eleições internas do PT acontecerão em julho. Outros candidatos incluem Rui Falcão, Valter Pomar e Romênio Pereira.

O ex-prefeito de Araraquara, Edinho Silva, que é candidato à presidência do Partido dos Trabalhadores (PT), declarou que sua principal meta é reconstruir alianças para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026. Em entrevista à CNN, Edinho ressaltou a importância do trabalho de base do PT nas periferias e criticou a atual oposição no Congresso.

Edinho destacou que a frente ampla formada nas eleições de 2022 foi crucial para a vitória de Lula no segundo turno, com apoio de partidos de centro e centro-direita, como MDB, União Brasil e PSD. No entanto, essas siglas têm votado contra o governo atualmente. “A prioridade número zero é reconstruir a política de alianças de reeleição do presidente Lula”, afirmou Edinho.

Trabalho de Base

O ex-prefeito enfatizou que o PT deve retomar o trabalho de base, considerando essa a única maneira de dialogar com a nova realidade social e econômica do país, especialmente nas áreas periféricas. Ele também mencionou a necessidade de confrontar o fascismo no Brasil, unindo o campo democrático contra o autoritarismo.

Edinho Silva, que coordenou a campanha de Lula em 2022, é visto como o favorito do presidente para liderar o PT. As eleições internas do partido estão agendadas para julho e outros candidatos incluem o deputado federal Rui Falcão, o dirigente Valter Pomar e o secretário de Relações Internacionais do partido, Romênio Pereira.

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