Os metroviários de São Paulo se reúnem hoje para a inauguração de sua nova sede, chamada “Espaço da Classe Trabalhadora”. Durante o encontro, eles vão discutir a possibilidade de entrar em greve para defender seus direitos e reivindicações salariais. A assembleia vai abordar o acordo coletivo da categoria, que busca valorização dos trabalhadores e a manutenção do caráter público do metrô, em meio à tentativa do governo Tarcísio de privatizar a empresa. O evento começou às 17h30 e o resultado das discussões deve ser divulgado ainda hoje.
Os metroviários de São Paulo se reúnem hoje para a fundação do “Espaço da Classe Trabalhadora” e realizam uma assembleia que pode resultar em greve. O encontro discute a campanha salarial e a defesa dos direitos da categoria, em meio a um contexto de privatização do metrô pelo governo Tarcísio.
A assembleia, que começou às 17h30, tem como foco a valorização dos trabalhadores e a manutenção do caráter público da empresa. O sindicato destaca que a pauta inclui o acordo coletivo da categoria, que busca garantir melhores condições de trabalho e salários justos.
Além das reivindicações salariais, os metroviários também abordam a privatização do metrô, uma questão que mobiliza a categoria e o movimento social. O novo espaço do sindicato foi inaugurado após a perda do antigo prédio, que foi tomado pelo governo estadual em 2021.
O resultado da assembleia deve ser divulgado ainda nesta quarta-feira. A expectativa é que a decisão sobre a greve e os próximos passos da luta dos metroviários sejam comunicados à categoria e à sociedade.
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