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Haddad e Tebet se reúnem pela primeira vez em anúncio oficial

Governo federal anunciará congelamento de recursos no Orçamento de 2025 para garantir meta fiscal de resultado zero em 2023. Coletiva contará com ministros da Fazenda e do Planejamento, que apresentarão medidas para conter gastos e aumentar arrecadação. Expectativa é de que o bloqueio chegue a R$ 15 bilhões, mas economistas sugerem que um valor maior poderia fortalecer a confiança do mercado.

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O governo federal vai anunciar um congelamento de recursos no Orçamento de 2025. Os ministros da Fazenda e do Planejamento, Fernando Haddad e Simone Tebet, estarão presentes para discutir o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas, que atualizará as projeções orçamentárias e apresentará medidas para cumprir a meta fiscal de resultado zero para 2023. Esta será a primeira vez que Haddad e Tebet participam da coletiva, que geralmente é conduzida por secretários-executivos. Espera-se que o governo apresente ações para conter gastos e aumentar a arrecadação. Na semana passada, Haddad mencionou que levaria ao presidente Lula propostas específicas para cumprir a meta fiscal, que permite um intervalo de R$ 31 bilhões entre déficit e superávit. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, indicou que haverá um bloqueio e um contingenciamento na primeira atualização do Orçamento deste ano, devido a despesas que superam o limite fiscal e à falta de receitas. Especialistas apontam que o orçamento aprovado tem despesas subestimadas e receitas superestimadas. A arrecadação extraordinária esperada para este ano é de cerca de R$ 168 bilhões, mas a previsão anterior foi considerada otimista. O economista Felipe Salto acredita que o governo deve anunciar um corte de R$ 15 bilhões, mas um congelamento de R$ 25 a R$ 30 bilhões seria mais adequado. Roberto Secemski, do Barclays, sugere que um congelamento maior poderia aumentar a confiança dos investidores no cumprimento da meta fiscal. A coletiva de hoje será importante para entender as estratégias do governo diante das pressões fiscais.

O governo federal anunciará nesta quinta-feira um congelamento de recursos no Orçamento de 2025. A coletiva contará com a presença dos ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e do Planejamento, Simone Tebet, que discutirão o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas. Este documento atualizará as projeções orçamentárias e deve incluir medidas para garantir a meta fiscal de resultado zero para 2023.

Haddad e Tebet participarão pela primeira vez da coletiva, que normalmente é conduzida por secretários-executivos. A expectativa é que o governo apresente medidas pontuais para conter gastos e aumentar a arrecadação. Na semana passada, Haddad mencionou que apresentaria ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva ações específicas para cumprir a meta fiscal, que permite um intervalo de tolerância entre déficit e superávit de R$ 31 bilhões.

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, indicou que o governo deve implementar um bloqueio e um contingenciamento na primeira atualização do Orçamento deste ano. O bloqueio ocorre quando as despesas superam o limite fiscal, enquanto o contingenciamento é necessário por falta de receitas. Especialistas apontam que o orçamento aprovado apresenta despesas subestimadas e receitas superestimadas.

Expectativas do Mercado

A arrecadação extraordinária esperada para este ano é de cerca de R$ 168 bilhões, incluindo R$ 28,5 bilhões do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). No entanto, a previsão de arrecadação anterior foi muito otimista, com resultados finais muito abaixo do esperado. O economista-chefe da Warren Investimentos, Felipe Salto, acredita que o governo deve anunciar um corte de R$ 15 bilhões, embora um congelamento de R$ 25 a R$ 30 bilhões seja mais adequado.

Roberto Secemski, economista do Barclays, sugere que um congelamento superior a R$ 15 bilhões poderia ser bem recebido pelos investidores, aumentando a confiança no cumprimento da meta fiscal. A coletiva de hoje será um momento crucial para entender as estratégias do governo diante das pressões fiscais e das expectativas do mercado.

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