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Homem confessa fraude de áudio de Lula durante encontro com Márcio Macêdo no Planalto

Givaldo Ricardo de Freitas, ex-superintendente de Comunicação do governo de Sergipe, foi indiciado pela Polícia Federal por fraudar um áudio de Luiz Inácio Lula da Silva. A gravação forjada tinha como objetivo prejudicar a candidatura de Rogério Carvalho nas eleições de 2022. Recentemente, Givaldo foi visto ao lado do ministro Márcio Macêdo em uma reunião no Palácio do Planalto, após firmar um acordo de não persecução penal. O indiciamento de Givaldo ocorreu após investigações que revelaram sua participação na criação de um áudio falso, onde Lula supostamente criticava Carvalho, concorrente do Partido dos Trabalhadores (PT) ao governo sergipano. O áudio gerou polêmica e foi utilizado para tumultuar a campanha eleitoral, favorecendo Fábio Mitidieri, do Partido Social Democrático (PSD), que venceu as eleições. Em março deste ano, Givaldo e outros dois envolvidos confessaram o crime de difamação e assinaram acordos de não persecução penal. Givaldo se comprometeu a pagar R$ 9,8 mil para evitar o prosseguimento do processo, com o pagamento previsto até o final de abril. Após o encerramento do processo, Givaldo participou de uma reunião com Macêdo e a superintendente do Sebrae de Sergipe, Priscila Felizolla, focando em ações voltadas para catadores. O ministro compartilhou a foto nas redes sociais, destacando a abertura do governo para parcerias e diálogo com a sociedade. **Linha fina:** Givaldo Freitas, indiciado por fraudar áudio de Lula, firma acordo e é visto em reunião com ministro no Planalto.

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Givaldo Ricardo de Freitas, ex-superintendente de Comunicação do governo de Sergipe, foi indiciado pela Polícia Federal por ter falsificado um áudio de Lula para prejudicar a candidatura de Rogério Carvalho nas eleições de 2022. Ele foi fotografado recentemente ao lado do ministro Márcio Macêdo em uma reunião no Palácio do Planalto, após ter fechado um acordo de não persecução penal, se comprometendo a pagar R$ 9,8 mil. O indiciamento aconteceu após investigações que mostraram que Givaldo encomendou uma gravação falsa onde Lula supostamente criticava Carvalho, o que gerou polêmica e ajudou na vitória de Fábio Mitidieri, do PSD. Em março, Givaldo e outros dois envolvidos confessaram o crime e firmaram acordos para evitar o processo. Após o acordo, ele participou de uma reunião com Macêdo e a superintendente do Sebrae de Sergipe, Priscila Felizolla, para discutir ações voltadas para catadores, e o ministro compartilhou a foto do encontro nas redes sociais.

Givaldo Ricardo de Freitas, ex-superintendente de Comunicação do governo de Sergipe, foi indiciado pela Polícia Federal por fraudar um áudio de Luiz Inácio Lula da Silva. O objetivo da fraude era prejudicar a candidatura de Rogério Carvalho nas eleições de 2022. Recentemente, Givaldo foi fotografado ao lado do ministro Márcio Macêdo, em uma reunião no Palácio do Planalto, após firmar um acordo de não persecução penal.

O indiciamento de Givaldo ocorreu após investigações que revelaram sua participação na encomenda de uma gravação forjada. No áudio, Lula supostamente criticava Carvalho, que concorria pelo PT ao governo sergipano. O áudio falso, que gerou polêmica, foi utilizado para tumultuar a campanha eleitoral, favorecendo Fábio Mitidieri, do PSD, que acabou vencendo as eleições.

Em março deste ano, Givaldo e outros dois acusados confessaram o crime de difamação e firmaram acordos de não persecução penal. Givaldo se comprometeu a pagar R$ 9,8 mil para evitar o prosseguimento do processo. O pagamento deveria ser realizado até o final de abril.

Após o encerramento do processo, Givaldo foi visto em uma reunião com Macêdo e a superintendente do Sebrae de Sergipe, Priscila Felizolla. O encontro teve como foco ações voltadas para catadores. O ministro compartilhou a foto nas redes sociais, destacando a abertura do governo para parcerias e diálogo com a sociedade.

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