O Tribunal Superior de Justiça da Galiza absolveu um dos réus do assassinato de Samuel Luiz, um jovem gay brasileiro, ocorrido em julho de 2021 em Corunha, Espanha. O tribunal decidiu que não havia provas suficientes para manter a condenação desse réu, que havia sido sentenciado a dez anos de prisão por cumplicidade. O principal autor do crime, Diego M. M., foi condenado a 24 anos de prisão por discriminação por orientação sexual, enquanto outros dois réus receberam penas de 20 anos. O ataque a Samuel foi motivado por homofobia e ocorreu após uma confusão em que o agressor achou que Samuel estava filmando. O crime gerou protestos em massa na Espanha, com milhares de pessoas pedindo justiça e igualdade. A decisão do tribunal reacende o debate sobre a segurança da comunidade LGBTQIA+ no país.
O Tribunal Superior de Justiça da Galiza absolveu um dos réus do assassinato de Samuel Luiz, ocorrido em julho de 2021, em Corunha, Espanha. O tribunal decidiu que não havia provas suficientes para manter a condenação por cumplicidade, revogando a sentença anterior que impunha dez anos de prisão.
Samuel Luiz, um jovem gay brasileiro de 24 anos, foi brutalmente espancado em um ataque homofóbico. O principal autor do crime, Diego M. M., foi condenado a 24 anos de prisão por discriminação baseada na orientação sexual, enquanto outros dois réus receberam penas de 20 anos. O tribunal destacou que a absolvição se deu pela falta de testemunhas que comprovassem a participação do réu absolvido na agressão.
O crime gerou grande comoção na Espanha, levando a protestos em massa contra a homofobia. O primeiro-ministro, Pedro Sánchez, descreveu o ato como “selvagem e implacável”. Samuel foi atacado após ser confundido por Diego M. M. como alguém que o filmava durante uma chamada de vídeo. O agressor teria dito: “Pare de gravar, eu vou te matar, seu viado”, antes de iniciar a agressão.
As manifestações que se seguiram ao crime reuniram milhares de pessoas em todo o país, clamando por justiça e igualdade. A decisão do tribunal, embora mantenha as condenações dos outros réus, reacende o debate sobre a segurança da comunidade LGBTQIA+ na Espanha e a necessidade de medidas mais eficazes contra a homofobia.
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