O vilarejo de Dolton, em Illinois, está tentando comprar a casa onde o Papa Leão XIV, antes conhecido como Robert Francis Prevost, passou parte de sua infância. A casa, localizada na 141st Place, foi colocada em leilão pela Paramount Realty USA. O advogado do vilarejo, Burton S. Odelson, disse que a ideia é transformar o local em um espaço histórico para visitas públicas. A compra pode ser feita diretamente ou por desapropriação, que exigiria compensação ao proprietário. O vendedor, Pawel Radzik, que comprou a casa por 66 mil dólares em 2024, está disposto a colaborar com a igreja para facilitar a venda. Após a eleição do Papa, o interesse pela propriedade aumentou, e o leilão, que começou com um preço de 199,9 mil dólares, atraiu muitas propostas. O leilão termina em 18 de junho, e Odelson espera evitar a desapropriação para não enfrentar um processo judicial complicado. Ele quer preservar a casa como um local sagrado.
O vilarejo de Dolton, em Illinois, está em negociações para adquirir a casa onde o Papa Leão XIV, conhecido como Robert Francis Prevost, passou parte de sua infância. O imóvel, localizado na 141st Place, foi recentemente colocado em leilão pela Paramount Realty USA. O advogado do vilarejo, Burton S. Odelson, informou que a intenção é transformar a casa em um local histórico, permitindo visitas ao público.
A proposta de aquisição pode ocorrer por meio de compra direta ou desapropriação. Odelson destacou que a desapropriação, embora permita ao vilarejo tomar a propriedade para fins públicos, exigiria uma compensação justa ao proprietário. O vendedor, Pawel Radzik, expressou interesse em colaborar com a igreja e a arquidiocese para facilitar a venda. Ele comprou a casa em 2024 por US$ 66 mil e planejava reformá-la.
Após a eleição do Papa, houve um aumento significativo no interesse pela propriedade, que estava inicialmente listada por US$ 199,9 mil. O corretor Steve Budzik relatou que, após meses com poucas ofertas, o leilão atraiu uma enxurrada de propostas. O leilão está programado para encerrar em 18 de junho. Odelson espera evitar a desapropriação, que poderia gerar um processo judicial longo e custoso. Ele enfatizou que o objetivo é preservar a casa como um local sagrado, sem transformá-la em uma polêmica.
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