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Servidor do Ministério da Cultura é preso por divulgar imagens íntimas sem consentimento

Servidor do Ministério da Cultura é preso por capturar e divulgar imagens íntimas de mulheres sem consentimento desde 2017.

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Um servidor público de 39 anos foi preso no Distrito Federal por gravar e compartilhar imagens íntimas de mulheres sem consentimento. Ele trabalhava no Ministério da Cultura e os crimes aconteciam desde 2017. A polícia encontrou vídeos catalogados na casa dele após uma denúncia da ex-namorada, que descobriu o material. As vítimas incluem ex-namoradas, amigas e até familiares. O suspeito usava câmeras escondidas em banheiros e outros locais para gravar as mulheres. Ele distribuía os vídeos em aplicativos de mensagens e sites pornográficos, oferecendo o material em troca de acesso a imagens de conteúdo ilegal. A investigação está em andamento e o nome do suspeito não foi divulgado.

Um servidor público federal de 39 anos foi preso preventivamente no Distrito Federal nesta quarta-feira, 21, por envolvimento em um esquema de captação e divulgação de imagens íntimas de mulheres sem consentimento. Os crimes, que ocorrem desde 2017, foram descobertos após a ex-namorada do suspeito encontrar vídeos catalogados por nome e data.

A investigação, que está sob sigilo, revelou que o servidor, que atuava no Ministério da Cultura, armazenava e distribuía o material em aplicativos de mensagens e sites pornográficos. O mandado de busca e apreensão foi cumprido no dia 13 de maio, quando a polícia encontrou os vídeos na residência do suspeito.

Vítimas e Métodos

As vítimas incluem ex-namoradas, amigas e até familiares do servidor. Segundo relatos, ele utilizava câmeras escondidas em banheiros de sua casa, em um estúdio de dança e em locais públicos. O material era compartilhado com outros criminosos no Telegram, onde era oferecido em troca de acesso a imagens de necrofilia.

A polícia não divulgou o nome do suspeito e a defesa não foi localizada para comentar o caso. O GLOBO tentou contato com o Ministério da Cultura, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. As investigações continuam em andamento.

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