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STF rejeita acesso da imprensa a julgamento sobre o golpe de 8 de janeiro

STF proíbe gravações em audiências sobre trama golpista, gerando críticas à censura. Partido Novo pede acesso da imprensa, mas pedido ainda não foi analisado.

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O STF decidiu que não será permitido gravar áudios e imagens durante as audiências sobre a suposta trama golpista de 2022, o que gerou preocupações sobre a liberdade de imprensa. O partido Novo entrou com um mandado de segurança para garantir que a imprensa tenha acesso às audiências, mas o STF ainda não analisou o pedido. As audiências acontecerão entre 19 de maio e 2 de junho, e os jornalistas só poderão acompanhar por meio de um telão, sem a presença de fotógrafos ou cinegrafistas. O líder do Novo, Marcel van Hattem, criticou a proibição, chamando-a de censura e questionando a falta de justificativa para esconder os depoimentos. A solicitação do Novo foi registrada, mas não foi distribuída para análise, aumentando as críticas sobre a transparência do processo.

O STF (Supremo Tribunal Federal) não tem previsão para analisar um mandado de segurança apresentado pelo partido Novo, que busca garantir o acesso da imprensa às audiências sobre a suposta trama golpista de 2022. A corte decidiu proibir a gravação de áudios e imagens durante essas sessões, o que levanta preocupações sobre a liberdade de imprensa.

As audiências, que ocorrerão entre 19 de maio e 2 de junho, têm como objetivo ouvir testemunhas da ação penal. Durante esse período, fotógrafos e cinegrafistas não poderão se credenciar, e os jornalistas poderão acompanhar apenas por meio de um telão. A decisão do STF gerou críticas, com a Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) solicitando uma revisão do veto.

O líder do Novo na Câmara, Marcel van Hattem, afirmou que a proibição é um “atentado à liberdade de imprensa” e questionou a falta de justificativa para ocultar depoimentos em um processo de grande relevância pública. Ele destacou que a situação representa uma tentativa de controlar a narrativa e calar jornalistas, caracterizando um ato de censura.

O mandado de segurança apresentado pelo Novo pede uma liminar para assegurar o acesso pleno da imprensa às audiências. Segundo o regimento do STF, a corte deveria processar o pedido em até 48 horas, mas até o momento, a solicitação apenas recebeu um número e não foi distribuída para análise. A falta de resposta do STF intensifica as críticas sobre a transparência e o direito à informação em processos de grande importância.

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