A Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro decidiu suspender a análise do projeto que visa armar a guarda municipal, uma proposta do prefeito Eduardo Paes. Ele quer regulamentar o uso de armas pesadas e mudar o nome da corporação para Força de Segurança Armada. A suspensão ocorreu após a formação de uma ‘frente ampla’ de vereadores de diferentes partidos, que sugeriram emendas, incluindo a realização de exames psicológicos para os guardas. Agora, o projeto terá que passar por sete comissões antes de voltar ao plenário, e os vereadores também querem mudar o nome da corporação para Guarda Municipal Armada. O prefeito reagiu ironicamente à suspensão, afirmando que isso apenas adiaria a aprovação do projeto.
A Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro suspendeu a análise do projeto que visa armar a guarda municipal nesta quinta-feira, 22. A proposta, uma das prioridades do prefeito Eduardo Paes (PSD), busca regulamentar o uso de armamentos pesados e renomear a corporação para Força de Segurança Armada (FSA).
A suspensão ocorreu após a formação de uma ‘frente ampla’ de vereadores de diversos partidos, incluindo PL, PT, União Brasil, PP, Novo, MDB e PSOL. O grupo, com 17 integrantes, apresentou emendas que exigem, entre outras coisas, exames psicológicos periódicos para os guardas. A proposta agora terá que passar por sete comissões antes de retornar ao plenário, com cada colegiado tendo até 14 dias para análise.
Entre as emendas, destaca-se a mudança do nome da corporação para Guarda Municipal Armada (GMA), em vez de FSA, como deseja Paes. Os vereadores também expressaram preocupações sobre a contratação temporária de agentes e o armazenamento das armas da corporação.
Após a suspensão, o prefeito ironizou a atuação da ‘frente ampla’, afirmando que a emenda apenas adiará a aprovação do projeto. Em suas redes sociais, Paes comentou que a união de partidos contrários ao armamento da guarda é “engraçada” e que sua base continua forte.
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