Donald Trump anunciou que pretende impor tarifas de 50% sobre produtos da União Europeia a partir de 1º de junho de 2025, alegando que as negociações não estão progredindo. Essa nova tarifa é muito maior do que a taxa de 20% que havia sido anunciada anteriormente e que está suspensa. Além disso, Trump sugeriu uma taxa de 25% sobre iPhones fabricados fora dos Estados Unidos, esperando que a Apple produza os dispositivos no país. Após o anúncio, os mercados futuros americanos caíram, com o dólar perdendo valor. Enquanto isso, a situação na Faixa de Gaza se deteriora, com bombardeios israelenses resultando em 66 mortes em um único dia e um total de 3.613 mortos desde o fim do cessar-fogo em março. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, criticou líderes internacionais por suas condenações ao bloqueio em Gaza. Em outra notícia, o governo Trump revogou o direito da Universidade de Harvard de matricular estudantes estrangeiros, acusando a instituição de promover violência e antissemitismo. Harvard chamou a medida de ilegal e acadêmicos alertaram sobre a interferência do governo nas universidades.
Donald Trump anunciou hoje a intenção de impor tarifas de 50% sobre bens importados da União Europeia a partir de 1º de junho de 2025. Em sua conta na rede Truth Social, Trump afirmou que as negociações com o bloco não estão avançando e que essa medida é necessária. A nova tarifa é duas vezes e meia maior do que a taxa de 20% que havia sido anunciada anteriormente e que está suspensa.
Além disso, Trump sugeriu uma taxação de 25% sobre iPhones fabricados fora dos Estados Unidos. Ele reiterou sua expectativa de que a Apple, sob a liderança de Tim Cook, produza os iPhones no território americano. Após o anúncio, os mercados futuros americanos registraram queda, com o dólar perdendo valor e o ouro se aproximando de sua maior alta semanal.
Conflito em Gaza
Enquanto isso, a situação na Faixa de Gaza se agrava, com bombardeios israelenses resultando na morte de 66 pessoas desde a meia-noite de ontem, conforme dados da Defesa Civil local. O número total de mortos desde o fim do cessar-fogo em 18 de março já chega a 3.613, refletindo a intensificação do conflito após a incursão do Hamas em Israel em outubro de 2023.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, criticou líderes internacionais, incluindo o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e o presidente francês, Emmanuel Macron, por suas condenações ao bloqueio israelense em Gaza. Netanyahu afirmou que esses líderes estão “do lado errado da humanidade”.
Medidas contra Harvard
Em outra frente, o governo Trump cancelou o direito da Universidade de Harvard de matricular estudantes estrangeiros, acusando a instituição de fomentar violência e antissemitismo. A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, anunciou a medida, que foi classificada como “ilegal” pela universidade. Harvard já havia enfrentado a suspensão de verbas federais e outras ameaças do governo.
A ação provocou reações de acadêmicos, que alertaram sobre a “intrusão governamental sem precedentes” nas universidades. Steven Levitsky, um dos signatários de uma carta aberta sobre o tema, destacou que regimes autoritários frequentemente atacam instituições acadêmicas por serem centros de dissidência.
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