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União Progressista busca fortalecer candidatura de centro-direita para 2026

União Progressista, liderada por Antonio Rueda, busca viabilizar candidatura de centro-direita em 2026, distanciando-se de Lula.

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Antonio Rueda, advogado e presidente do União Brasil, criou a federação União Progressista com os Progressistas para fortalecer a política e as eleições. Ele falou sobre a posição da federação em relação ao governo Lula, destacando diferenças econômicas e a intenção de lançar uma candidatura de centro-direita em 2026. Rueda mencionou que, apesar de os dois partidos estarem no governo, a federação tem um discurso de oposição e já tem um candidato, o governador Ronaldo Caiado. Ele acredita que a federação deve ajudar a reaquecer a economia, mas com uma pauta econômica diferente da do governo. Rueda também comentou sobre a recusa de um deputado em assumir um ministério, o que mostra um distanciamento do governo. Ele afirmou que a federação não é totalmente opositora, mas que a situação política deve ser avaliada em 2026. Rueda quer que a federação tenha um candidato próprio à presidência e acredita que o apoio de Jair Bolsonaro será importante. Ele também falou sobre a relação com Luciano Bivar, que já foi seu padrinho político, e sobre a situação do ex-ministro Juscelino Filho, que enfrenta denúncias de corrupção. Rueda não descartou a possibilidade de se candidatar a deputado federal pelo Rio de Janeiro, dependendo das circunstâncias.

Antonio Rueda, advogado pernambucano e presidente do União Brasil, lançou a federação União Progressista, que une seu partido aos Progressistas. O evento ocorreu após Rueda enfrentar complicações de saúde, mas ele compareceu para celebrar a formação do grupo, que conta com 109 deputados federais e 14 senadores, além de acesso a um fundo de R$ 1 bilhão.

Rueda discute a posição da federação em relação ao governo Lula, enfatizando divergências econômicas e a intenção de viabilizar uma candidatura de centro-direita em 2026. Apesar de ambos os partidos estarem no governo, a federação adota um discurso de oposição. “Nosso propósito é reaquecer a economia”, afirma Rueda, que critica a transferência de renda nos últimos vinte anos.

O presidente do União Brasil destaca que a federação não se considera totalmente opositora ao governo, mas busca apoiar pautas que considera necessárias. Recentemente, o deputado Pedro Lucas (União Brasil-MA) recusou uma vaga no Ministério das Comunicações, sinalizando a insatisfação interna. Rueda explica que a decisão foi difícil, mas necessária para atender os anseios da bancada.

Candidatura em 2026

Rueda afirma que a federação deve estar na chapa majoritária em 2026, mas não se compromete a ser oposição a Lula. Ele acredita que a chance de apoiar o atual presidente é “cada vez mais remota”. A relação com Jair Bolsonaro (PL) é considerada importante, e Rueda espera contar com seu apoio nas próximas eleições.

O advogado também menciona que a federação possui um potencial significativo, com a capacidade de lançar dezessete candidatos a governador e dezoito ao Senado. Ele defende uma candidatura própria para a presidência, afirmando que a federação não foi criada apenas para apoiar outros candidatos.

Rueda critica a gestão de Lula, sugerindo que o presidente deveria se aproximar mais do Congresso. Ele acredita que a falta de diálogo pode prejudicar o desenvolvimento econômico do país. A relação com Luciano Bivar, padrinho político de Rueda, é descrita como superada, e ele não guarda mágoas do passado.

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