Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Senadores debatem proposta que permite venda de medicamentos em supermercados

Senadores debatem intensamente o PL 2.158/2023, que pode liberar venda de medicamentos em supermercados, gerando polêmica e resistência.

0:00
Carregando...
0:00

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado teve uma reunião agitada, onde senadores discutiram bastante o PL 2.158/2023, que permite a venda de medicamentos sem receita em supermercados. Essa discussão foi bem diferente da audiência pública anterior, onde Humberto Costa se opôs ao projeto, enquanto Efraim Filho não esteve presente, o que deixou representantes do setor supermercadista constrangidos. A ausência de Efraim foi notada, especialmente porque ele é autor da proposta, e Humberto Costa expressou suas críticas, o que deixou alguns presentes, como o presidente da Associação Brasileira de Supermercados, desapontados. A situação mostra que o Senado está pronto para debater o acesso a medicamentos sem prescrição, especialmente para quem mais precisa.

A reunião da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, realizada nesta quarta-feira, foi marcada por intensas discussões sobre o Projeto de Lei 2.158/2023. O projeto, que visa permitir a venda de medicamentos sem receita em supermercados, gerou debates acalorados entre os senadores. A proposta busca facilitar o acesso a medicamentos para a população mais vulnerável.

Durante a audiência pública anterior, o senador Humberto Costa (PT-PE) se manifestou contra a aprovação do projeto, destacando preocupações com a saúde pública. Sua posição isolada contrastou com a movimentação de outros senadores, que demonstraram disposição para avançar nas discussões. A ausência do senador Efraim Filho (União Brasil-PB), autor do projeto, na audiência causou constrangimento entre representantes do setor supermercadista.

A resistência de Humberto Costa à proposta provocou reações entre os presentes, incluindo o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Galassi. Ele havia expressado otimismo nas redes sociais antes da audiência, mas saiu visivelmente desapontado com o desenrolar dos debates. A situação evidencia a divisão de opiniões sobre a proposta, que promete impactar o setor de medicamentos e a saúde pública no Brasil.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais