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Venezuelano é deportado para El Salvador e família clama por seu retorno ao Brasil

Artista de maquiagem venezuelano, Andry Hernández, está detido em El Salvador após deportação injusta. Família clama por seu retorno.

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Andry José Hernández Romero, um artista de maquiagem da Venezuela, deixou seu país em busca de asilo nos Estados Unidos, mas foi deportado para El Salvador, onde está detido em uma prisão sem contato com sua família. Ele e outros migrantes enfrentam um processo judicial que busca garantir seus direitos e o retorno aos EUA. Andry, que sonhava em abrir um salão de beleza, foi acusado injustamente de ter ligações com uma gangue criminosa, o que sua família nega. Ele chegou aos EUA em agosto de 2024, mas foi preso logo após a entrada e deportado em março de 2025. Atualmente, ele faz parte de uma ação judicial contra o governo dos EUA, que alega que a deportação violou seus direitos. A família de Andry afirma que suas tatuagens, que levaram à acusação, têm significados diferentes e estão ligadas a uma festa cultural em sua cidade natal. O governo dos EUA, por sua vez, defende suas ações, afirmando que as avaliações de segurança vão além das tatuagens. A situação de Andry gerou apoio de grupos de direitos humanos e políticos, que pedem sua liberação e a de outros detidos.

Andry José Hernández Romero, um artista de maquiagem venezuelano, busca asilo nos Estados Unidos, mas foi deportado para El Salvador sob acusações de associação com gangues. Atualmente, ele e outros migrantes estão detidos na prisão Cecot, sem contato com suas famílias.

Hernández, que completou 32 anos recentemente, deixou sua cidade natal, Capacho Nuevo, em busca de um futuro melhor. Ele sonhava em abrir um salão de beleza nos EUA, mas sua jornada se tornou um pesadelo. Desde sua deportação em março, sua família não tem notícias dele. Sua mãe, Alexis Romero, expressou sua angústia: “Por favor, tragam-no de volta. Não aguentamos mais.”

O artista foi deportado após ser acusado de vínculos com a gangue Tren de Aragua, o que sua família nega. As acusações se baseiam em seus tatuagens, que, segundo amigos e familiares, representam sua participação no festival local Reyes Magos, e não têm relação com atividades criminosas.

Hernández chegou aos EUA em agosto de 2024 e foi detido logo após sua chegada. Sua situação se agravou com a invocação da Lei dos Inimigos Estrangeiros, que permitiu sua deportação sem um devido processo legal. Ele faz parte de uma ação coletiva contra o governo dos EUA, que busca garantir seus direitos e um retorno seguro ao país.

A situação de Andry e outros migrantes em Cecot é alarmante. Eles estão isolados, sem comunicação com o mundo exterior. “Um dos maiores tipos de tortura impostos por Cecot é isolar as pessoas de seus entes queridos,” afirmou Margaret Cargioli, advogada do Immigrant Defenders Law Center. O caso de Andry destaca a necessidade de um tratamento justo para os imigrantes nos EUA.

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