A reeleição de presidentes na América do Sul tem gerado debates e mudanças ao longo dos anos. Atualmente, no Brasil, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou uma proposta para acabar com a reeleição e unificar as eleições a cada cinco anos, mas essa proposta enfrenta resistência no Congresso. Em outros países da região, as regras variam: na Argentina, a reeleição é permitida após um mandato, enquanto na Bolívia, o presidente pode ser reeleito uma vez, mas isso levou a crises políticas. Na Venezuela, não há limite para reeleições, o que permitiu a Hugo Chávez e Nicolás Maduro se manterem no poder. O Equador aboliu a reeleição indefinida, que havia sido aprovada durante o governo de Rafael Correa. No Chile, Peru e Uruguai, a reeleição não é imediata, permitindo que ex-presidentes voltem a se candidatar após um intervalo. A Colômbia eliminou a reeleição em 2015, e no Paraguai, não há reeleição, com presidentes alternando mandatos.
A reeleição de presidentes na América do Sul é um tema polêmico, com regras variadas entre os países. Recentemente, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado brasileiro aprovou uma proposta para abolir a reeleição e unificar as eleições em intervalos de cinco anos. No entanto, a proposta enfrenta resistência no Congresso, o que torna sua aprovação final incerta.
Atualmente, quatro países, incluindo o Brasil, permitem a reeleição imediata, mas limitam a dois mandatos consecutivos. Outros três países permitem a reeleição apenas após um intervalo de um mandato, enquanto dois proíbem totalmente a reeleição. Na Venezuela, a reeleição é ilimitada, mas a legitimidade das eleições é questionada.
A reeleição no Brasil foi aprovada em mil novecentos e noventa e sete, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, em meio a um escândalo de compra de votos. Na Argentina, a possibilidade de reeleição surgiu do Pacto de Olivos, um acordo entre os radicais e peronistas, permitindo que presidentes se candidatem novamente após um mandato de quatro anos.
Na Bolívia, a reeleição é permitida por um mandato consecutivo de cinco anos. O ex-presidente Evo Morales, que se reelegeram em 2014, enfrentou uma crise que resultou em sua renúncia em 2019. Na Venezuela, a emenda constitucional de dois mil e nove eliminou limites para reeleição, beneficiando Hugo Chávez e, posteriormente, Nicolás Maduro.
No Equador, a reeleição sem limites foi abolida em um referendo em dois mil e dezoito, enquanto Chile, Peru e Uruguai adotam a reeleição não consecutiva. A Colômbia eliminou a reeleição em dois mil e quinze, estabelecendo restrições rigorosas para futuros presidentes. O Paraguai também não permite reeleição, com presidentes alternando mandatos de cinco anos.
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