O prefeito de Belém, Igor Normando, defendeu a COP30 como uma chance de mudar a realidade social e ambiental da cidade, criticando a forma como a mídia discute a capacidade de acolhimento do evento. Ele participou de um encontro em São Paulo com empresas e investidores, onde pediu união entre o setor público e privado para transformar a Amazônia. Normando destacou que a cidade é vista como a mais favelizada do Brasil, mas não tem vergonha disso, pois acredita que é preciso cuidar das pessoas além da preservação ambiental. Ele comparou a realização da COP30 ao Círio de Nazaré, uma grande festa religiosa que atrai muitos visitantes, e afirmou que Belém pode receber o evento. O prefeito também enfatizou a importância de parcerias para acelerar projetos de desenvolvimento na cidade, considerando a iniciativa privada uma solução, não um problema.
O prefeito de Belém, Igor Normando (MDB), defendeu a COP30 como uma chance de transformação social e ambiental durante um evento em São Paulo. Ele criticou a cobertura da mídia sobre a capacidade da cidade em receber o evento, afirmando que não tem vergonha dos problemas enfrentados pela capital paraense.
Normando participou do evento promovido pelo AYA Earth Partners, onde fez um apelo por união entre setores público e privado. Para ele, Belém deve ser vista como um símbolo de um novo modelo de desenvolvimento sustentável. O prefeito questionou a ênfase da imprensa em aspectos como a disponibilidade de hotéis de luxo, ressaltando que o foco deve ser a preservação do planeta e o bem-estar das pessoas.
Capacidade de Receber Eventos
O prefeito comparou a realização da COP30 ao Círio de Nazaré, uma das maiores festas religiosas do Brasil, que atraiu cerca de 89 mil turistas no ano passado. Ele acredita que a cidade tem a infraestrutura necessária para acolher os 60 mil esperados para a COP30. Normando reconheceu que Belém enfrenta desafios sociais, como a alta taxa de favelização e a falta de saneamento básico, mas enfatizou que isso não deve ser motivo de vergonha.
Parcerias para o Futuro
Normando destacou a importância de uma aliança estratégica entre o poder público, empresas privadas e organismos internacionais para transformar Belém após a COP30. Ele afirmou que a iniciativa privada é parte da solução para acelerar projetos de desenvolvimento na cidade. O evento em São Paulo também contou com a presença de representantes de empresas e instituições que discutiram oportunidades de negócios sustentáveis em Belém.
O prefeito, que tem 37 anos e uma trajetória política que inclui a presidência da Assembleia Legislativa do Pará, reiterou que a COP30 deve ser uma oportunidade para abordar questões sociais e ambientais de forma mais profunda e comprometida.
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