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Mendonça defende revisão da vida toda do INSS em desacordo com Moraes

Ministro André Mendonça defende análise distinta da revisão da vida toda do INSS, em divergência com Alexandre de Moraes. Decisão impacta aposentados.

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O ministro André Mendonça do STF divergiu de Alexandre de Moraes sobre a revisão da vida toda do INSS, que está sendo julgada até sexta-feira (13). Mendonça argumenta que a decisão de março de 2024, que negou essa revisão, não deve ser aplicada a aposentados que querem incluir contribuições feitas antes do Plano Real. Essa revisão permite que aposentados solicitem a inclusão de contribuições anteriores a 1994 no cálculo de suas aposentadorias. Mendonça acredita que a análise deve ser diferente e que a constitucionalidade da lei 9.876/1999 pode ser reconhecida sem afetar o julgamento atual. Moraes, que é o relator do caso, defende que a decisão anterior deve ser mantida, afirmando que a revisão não é válida. O INSS também recorreu, alegando erro em uma decisão anterior. Advogados envolvidos no caso expressaram apoio à posição de Mendonça, destacando a importância da revisão para os aposentados. O resultado do julgamento pode impactar muitos segurados do INSS que esperam por essa revisão.

O ministro do STF, André Mendonça, divergiu de Alexandre de Moraes sobre a revisão da vida toda do INSS. Em julgamento que ocorre até sexta-feira (13), Mendonça argumenta que a decisão de março de 2024, que negou o direito à revisão, não deve ser aplicada ao caso atual, que envolve aposentados que buscam incluir contribuições anteriores ao Plano Real.

A revisão da vida toda permite que aposentados solicitem a inclusão de contribuições feitas antes de 1994 no cálculo de suas aposentadorias. Mendonça acredita que a análise deve ser distinta, defendendo que a constitucionalidade do artigo 3º da lei 9.876/1999 pode ser reconhecida sem afetar a tese do tema 1.102, que trata de casos específicos.

Alexandre de Moraes, relator do recurso, mantém a posição contrária, afirmando que a decisão anterior deve ser aplicada. Ele argumenta que a revisão não é válida, pois a corte já decidiu que o artigo 3º é constitucional e cogente. O INSS, por sua vez, recorreu contra a correção, alegando erro em decisão anterior do STJ.

O advogado João Badari elogiou a posição de Mendonça, afirmando que ele trouxe à tona o direito que os aposentados reivindicam. A advogada Adriane Bramante acredita que, apesar das divergências, a possibilidade de uma vitória para os aposentados é real, especialmente no que diz respeito à não devolução de valores já recebidos.

O julgamento do tema 1.102 é crucial, pois pode impactar a vida de muitos aposentados que esperam por uma revisão que considere suas contribuições anteriores ao Plano Real. A expectativa é alta, e a decisão da corte poderá definir o futuro de milhares de segurados do INSS.

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