Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Moraes acompanha Gilmar em julgamento sobre ampliação do foro privilegiado

Foro privilegiado pode valer após saída do cargo, levando autoridades com prerrogativa a serem julgadas diretamente pelos tribunais superiores

Os ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, do STF. (Foto: Saulo Cruz/Agência Senado)
0:00
Carregando...
0:00
  • STF pode aplicar imediatamente a nova orientação sobre foro privilegiado, mesmo em processos já em andamento, com remessa de ações das instâncias inferiores ao Supremo.
  • O ministro Gilmar Mendes defende que o foro continue valendo se houver relação direta com o exercício da função, mesmo após o fim do mandato ou cargo.
  • O ministro Alexandre de Moraes acompanhou o voto de Mendes no julgamento em plenário virtual, fortalecendo a leitura apresentada pelo relator.
  • Se prevalecer esse entendimento, autoridades com prerrogativa poderão ser julgadas diretamente por tribunais superiores, mesmo após a saída do cargo.
  • A mudança alcança magistrados, membros do Ministério Público, Tribunais de Contas, Forças Armadas e a carreira diplomática, entre outros.

A Suprema Corte pode aplicar de forma imediata a nova orientação sobre o foro privilegiado. Gilmar Mendes defende remessa de ações para instâncias superiores, com Moraes acompanhando o voto. A prática poderia valer mesmo após o fim do mandato, se houver relação com a função.

O julgamento ocorreu no plenário virtual e envolve embargos da Procuradoria-Geral da República contra decisão de março. Mendes sustenta que os efeitos devem alcançar processos já em andamento ou em estágio final. Moraes concordou com o posicionamento.

Se a maioria acompanhar, o foro privilegiado passará a viger para crimes funcionais após o término do cargo. Assim, casos que hoje tramitam na primeira instância poderiam subir aos tribunais superiores. Investigações em curso no STF ou STJ também permaneceriam lá.

Desdobramentos

A mudança abrangeria autoridades com prerrogativa, incluindo magistrados, membros do Ministério Público, Tribunais de Contas, Forças Armadas e diplomacia. A análise envolve crimes diretamente ligados ao exercício da função, mesmo após a saída do cargo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais