- O vice-líder da maioria na Câmara, Paulo Pimenta, afirmou que as manifestações contra o projeto de dosimetria não eram compostas apenas por militantes.
- Ele participou das mobilizações em Porto Alegre e disse ter visto participação expressiva em Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro, com pessoas comuns.
- As frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular disseram ter ocorrido protestos em quarenta e nove cidades.
- Dados do Monitor do Debate Político indicam menor mobilização em relação ao sete de setembro, com a Paulista registrando treze mil setecentos pessoas contra quarenta e dois mil e trêscentos na atividade anterior.
- No sete de setembro, a direita foi à Paulista a favor da anistia e à Copacabana, enquanto a esquerda reuniu cerca de oito mil oitocentas pessoas em São Paulo contra a anistia.
Ontem, protestos contra o projeto de lei da dosimetria ocorreram em várias capitais do Brasil. A organização informou que houve mobilização em 49 cidades, com participação de diferentes setores da sociedade.
O vice-líder da bancada da maioria, Paulo Pimenta (PT-RS), afirmou que as manifestações não eram compostas apenas por militantes. Em Porto Alegre, ele viu grande presença de pessoas comuns, trabalhadores e donas de casa, sob forte calor.
Pimenta participou de atos em Porto Alegre e citou registros de Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro, ressaltando que o movimento envolveu um público diversificado. Ele relatou a percepção de grandes atos nas capitais.
Dados de mobilização
Estudos do Monitor do Debate Político, da USP, mostram menor concentração em comparação a 7 de setembro. Em São Paulo, a Paulista registrou 13,7 mil pessoas; Copacabana teve cerca de 42,7 mil, segundo a estimativa com margem de erro.
No dia 7 de setembro, a direita concentrou-se na Paulista em apoio à anistia e a ex-presidente Jair Bolsonaro, com 42,2 mil pessoas. A esquerda reuniu 8,8 mil pessoas em São Paulo no mesmo dia.
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