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Eleições presidenciais no Chile 2025 começam: mesas abertas

Urnas abertas na segunda volta chilena entre Jeannette Jara e José Antonio Kast; voto obrigatório, 15,7 milhões aptos, 132.495 pedidos de desculpas por não votar

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  • Hoje, domingo 14 de dezembro, Chile realiza a segunda volta da eleição presidencial entre Jeannette Jara e José Antonio Kast.
  • O voto é obrigatório para 15,7 milhões de eleitores; as urnas abriram às 8h no território continental, e o voto no exterior começou no sábado em Nova Zelândia e Austrália.
  • Até a manhã deste domingo, foram registrados 132.495 pedidos de desculpa para não votar e 18.907 atendimentos presenciais em comisarías.
  • O presidente em exercício, Gabriel Boric, deixa o cargo em 11 de março de 2026; a campanha enfatizou temas de segurança, economia e migração.
  • A apuração acompanha possíveis impactos regionais em políticas públicas e a cobertura ressalta o fim da campanha e os desdobramentos para o país.

O Chile viveu neste domingo a segunda volta da eleição presidencial, com Jeannette Jara (esquerda) enfrentando José Antonio Kast (ultraderecha). O pleito ocorre com voto obrigatório e define o substituto do presidente Gabriel Boric, que deixa o cargo em 11 de março de 2026.

As urnas começaram a funcionar às 8h (horário local) no território continental. O voto no exterior já havia sido realizado desde sábado, especialmente em Nova Zelândia e na Austrália. Estima-se que 15,7 milhões de cidadãos estejam habilitados e devam votar.

Até a manhã de hoje, a polícia informou que 132.495 pedidos foram feitos para apresentar desculpas por não votar, evitando sanções. Também houve 18.907 atendimentos presenciais em comissarias para o mesmo fim, segundo o serviço de segurança.

Participação, logística e abertura

Com a campanha marcada por temas de segurança, economia e migração, a expectativa é por participação elevada. As autoridades ressaltam a importância do voto cívico para a definição institucional e para as políticas públicas futuras.

Contexto regional e impactos

Analistas destacam que o resultado pode influenciar alinhamentos regionais, além de políticas de segurança, migratórias e econômicas. A cobertura acompanha o desenrolar do pleito, incluindo a atuação de comissões eleitorais e observadores internacionais.

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