- A Polícia Federal investiga o deputado Gustavo Gayer (PL-GO) no âmbito da Operação Discalculia, envolvendo suposto desvio de emenda não paga e uso da cota parlamentar em relação aos eventos de 8 de janeiro de 2023.
- A defesa afirma que a chamada escola de inglês funciona online desde 2020 e que diligências não encontraram aula física no local.
- O advogado classifica o indiciamento como ginástica política, com alegação de segredo de justiça relacionado à operação.
- As investigações também apontam uso da cota parlamentar para financiar manifestações de 8 de janeiro de 2023.
- Gayer publicou vídeo ironizando o indiciamento; a defesa sustenta que as acusações representam pressão política.
O deputado Gustavo Gayer (PL-GO) é alvo de investigação relacionada a possível desvio de emenda parlamentar não paga. A Polícia Federal investiga a chamada Operação Discalculia e o uso de cota parlamentar para 8 de janeiro de 2023, com relatos sobre uma escola de inglês no local.
O advogado de Gayer, Victor Hugo, afirma que a escola é online desde 2020 e que as diligências não identificaram aula presencial. Segundo ele, o indiciamento seria uma manobra política, com segredo de Justiça conectado à operação.
Victor Hugo sustenta que houve diligência policial no local, com abordagem que não encontrou comprovação de escola física. O escritório político do deputado é citado como possível local onde a suposta atividade ocorreria.
Contexto da Operação
A investigação envolve a alegação de uso indevido de cota parlamentar para financiar manifestações de 8 de janeiro de 2023. O Ministério Público e a PF conduzem diligências, ainda com segredo de Justiça, ligados à Discalculia e a possíveis irregularidades no uso de recursos públicos.
Gayer publicou vídeos onde comenta o indiciamento, questionando a linha de apuração. O caso continua em andamento, com desdobramentos que podem influenciar a situação político-partidária do parlamentar.
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