- Sóstenes Cavalcante afirmou que Ramagem disse considerar renunciar no próximo ano caso o pedido de asilo político seja bem-sucedido.
- O presidente da Câmara, Hugo Motta, foi solicitado a desistir de pautar a cassação ainda nesta semana, alegando que não há clima.
- Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão na mesma ação que também puniu Jair Bolsonaro, e partiu para os Estados Unidos após a condenação.
- O STF determinou a inclusão do nome dele no Banco Nacional de Mandados de Prisão como foragido, e a Polícia Federal investiga possíveis financiadores da viagem.
- A PF aponta que a fuga ocorreu pela fronteira com a Guiana, com saída clandestina do Brasil e voo de Georgetown para Miami; a investigação busca outros envolvidos.
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, revelou que Alexandre Ramagem afirmou considerar renunciar no próximo ano caso tenha sucesso no pedido de asilo político. O comentário ocorreu durante almoço com jornalistas nesta segunda (15).
Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão na mesma ação que envolve Jair Bolsonaro, ligada a uma possível tentativa de golpe. Após a condenação, o deputado deixou o Brasil, segundo a PF, viajando para os EUA via Guiana.
A Polícia Federal investiga quem financiou a viagem, destacando que a rota foi pela fronteira terrestre com a Guiana e saiu clandestinamente do Brasil, com embarque em Georgetown para Miami. O STF incluiu Ramagem no BNMP como foragido.
Desdobramentos na Câmara
Sóstenes pediu ao presidente da Câmara, Hugo Motta, que desista de pautar a cassação de Ramagem ainda nesta semana, alegando desgaste. Ao longo do caso, a cassação não passou pelas comissões, contrastando com a votação de Carla Zambelli, anulada pelo STF.
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