- A repercussão negativa da participação do presidente Lula no lançamento do SBT News levou ao cancelamento do especial de Natal de Zezé Di Camargo na emissora.
- O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência, participou do Programa do Ratinho para tentar acalmar os ânimos.
- O apresentador Ratinho defendeu a neutralidade do SBT, afirmando que a emissora não tem lado político e que o lançamento do canal de notícias não representa apoio a um espectro.
- Flávio Bolsonaro disse que quem não pode ter lado é juiz e pediu foco nos problemas da população, citando o Bolsa Família.
- O senador também criticou o governo Lula, argumentando que o Estado deve oferecer apoio para que as pessoas caminhem com as próprias pernas.
Após a repercussão negativa da participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no lançamento do SBT News, na sexta-feira (12), houve o possível cancelamento do especial de Natal de Zezé Di Camargo. O episódio reacendeu debates sobre alinhamentos políticos na mídia.
O SBT afirmou que a emissora não tem posição política e mantém neutralidade. A situação levou a críticas nas redes sociais e a discussão sobre o papel da imprensa na transmissão de eventos com figuras públicas.
Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à presidência, esteve no Programa do Ratinho nesta segunda-feira (15) para acalmar os ânimos. Ratinho destacou a isenção da emissora e pediu responsabilidade no debate público.
O papel da neutralidade do SBT
O apresentador do programa ressaltou que o SBT já recebeu políticos de diferentes correntes ao longo da história e que não há partido definido na emissora. As declarações buscaram acalmar o ambiente polarizado nas redes.
Durante a entrevista, Flávio Bolsonaro reiterou que pessoas podem ter lado político, ao contrário do que ensinariam instâncias maiores, e pediu foco em problemas reais da população, como o Bolsa Família, sem menosprezar a dignidade dos beneficiários.
O senador criticou o governo Lula, destacando a necessidade de caminhos que libertem as pessoas da dependência estatal, enfatizando a importância de políticas públicas que promovam autonomia. A fala manteve o tom de cobrança e de propostas.
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