- Lula venceria Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, Romeu Zema e Ratinho Júnior em todos os cenários, segundo a Genial/Quaest, divulgados nesta terça-feira (16), após Flávio anunciar a candidatura no lugar de Jair Bolsonaro.
- No segundo turno, Lula aparece com 46% das intenções de voto ante 36% de Flávio, e venceria também Tarcísio (45% x 35%), Ratinho Júnior (45% x 35%), Caiado (44% x 33%) e Zema (45% x 33%).
- A pesquisa aponta virada em relação à anterior: Lula teve queda de dois pontos, e Flávio subiu quatro pontos.
- Foram entrevistadas 2.004 pessoas entre 11 e 14 de dezembro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
- O presidente da Convenção Evangélica dos Ministros das Assembleias de Deus no Espírito Santo, Álvaro Oliveira Lima, afirmou que a direita está dividida e precisa se unificar para enfrentar Lula em 2026.
O levantamento Genial/Quaest, divulgado nesta terça-feira (16), mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro, Tarcísio Freitas, Zema e Ratinho Júnior em todos os cenários. A pesquisa foi realizada após o anúncio de Flávio Bolsonaro como candidato em substituição ao pai, Jair Bolsonaro.
Segundo o estudo, no segundo turno Lula venceria Flávio Bolsonaro por 46% a 36%. Em relação à pesquisa anterior, Lula caiu dois pontos e Flávio subiu quatro. A vantagem de Lula também aparece contra Tarcísio Freitas (45% a 35%), Ratinho Júnior (45% a 35%), Caiado (44% a 33%) e Zema (45% a 33%).
A amostra envolveu 2.004 pessoas, entre 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança. O texto aponta que o cenário pode variar conforme alianças e estratégias da direita.
Cenário político e avaliação da direita
O presidente da Cemades, pastor Álvaro Oliveira Lima, afirma que Lula lidera mesmo com avaliação negativa em alta, por conta da fragmentação de apoios à direita. Ele ressalta a ausência de um nome único que recue a polarização.
Para Lima, ainda é cedo para concluir sobre a viabilidade de Flávio Bolsonaro. O líder religioso aponta que alianças, desempenho político e definição do bloco da direita podem alterar o panorama até 2026.
Ele enfatiza a necessidade de unificação de discurso, construção de liderança além do bolsonarismo familiar e uma agenda clara com propostas reais. A validação de um posicionamento sólido dependerá do Centrão e do tempo restante.
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