- Susie Wiles, chefe de gabinete da Casa Branca, concede entrevista à Vanity Fair e diz que, em alguns casos, pode parecer represália, mas que não houve “tour de retaliação” planejado para o segundo mandato. Ela mencionou também a possibilidade de alguém interpretar atitudes como vingança.
- A administração defende a continuação do projeto do ballroom da Casa Branca por razões de segurança nacional, enquanto processo judicial tenta suspender a obra; planos finais ainda não concluídos e obras de base devem começar em janeiro, com construção acima do solo prevista para 2026, no mínimo.
- Sobre a estratégia na Venezuela, autoridades discutiram ações no mar próximas ao país, com debates sobre necessidade de aprovação do Congresso para ações em território continental; houve críticas de oposicionistas sobre a legalidade dessas medidas.
- Reações de figuras da administração foram divulgadas nas redes sociais, com apoio a Wiles de membros do governo e elogios a sua atuação, após a publicação da reportagem.
- Wiles comentou sobre o dossier Epstein/Maxwell, afirmando ter lido os documentos; reconheceu a presença de Trump neles, negando envolvimento em atividades inadequadas, e destacou falhas de manejo de alguns aspectos do caso pela gestão anterior.
Susie Wiles, funcionária da Casa Branca durante a gestão Trump, concedeu entrevista ampla à Vanity Fair LIVE. O material traz novas citações sobre a ideia de um possível “tour de retribuição” e reações internas na administração. O texto também aborda projetos da Casa Branca e interpretações sobre a Venezuela.
No conteúdo divulgado, Wiles afirma que a segunda gestão de Trump não deveria ser marcada pela retaliação, apesar de haver momentos em que atos pareçam buscar contas a pagar. Ela admite que, em alguns casos, a retaliação pode parecer presente, mas afirma que não é o objetivo constante.
A entrevista também trata de Letitia James, procuradora-geral de Nova York, e do veredito civil contra Trump por fraudes empresariais, com multa inicialmente fixada em 450 milhões de dólares. A envolvida destaca que houve uma lotação de responsabilidades, com diferenças entre decisões judiciais.
Em paralelo, o governo pressionou por continuidade de obras no antigo East Wing para um novo ballroom da Casa Branca, sob argumento de segurança nacional, em resposta a processo movido pela National Trust for Historic Preservation. Há relatos de que as obras devem continuar com revisões independentes e consentimento do Congresso.
Documentos apresentados pela administração apontam que o projeto do ballroom ainda não teve planos finais concluídos, mesmo com demolições em andamento. O Departamento de Patrimônio Nacional indica que intervenções subterrâneas prosseguem, com fundações a serem iniciadas em janeiro, e construção externa prevista para 2026, na melhor hipótese.
Enquanto isso, críticos apontam contradições entre o discurso oficial e as declarações da equipe de Wiles sobre a política externa, incluindo ações contra o regime venezuelano. A imprensa acompanha ainda a reação de outros conselheiros e assessores da Casa Branca às entrevistas.
Wiles também comenta relações com figuras próximas ao governo, defendendo que o apoio à gestão é sólido e que declarações públicas devem ser avaliadas no contexto de estratégia institucional. A reportagem observa o tom de defesa de colegas e a posição de outras vozes oficiais.
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